sexta-feira, 12 de março de 2010

POR QUE O CORONEL USTRA É ODIADO PELA ESQUERDA

Parte do texto escrito por Félix Maier. Texto completo no http://tinyurl.com/y8zjtua

Félix Maier
10 Março 2010




Assim, falar, hoje, em Lei da Anistia é discorrer sobre o que não existe mais. Para enterrá-la de vez, falta apenas colocar Ustra na cadeia. Os terroristas derrotados de ontem não irão sossegar até ver o coronel preso ou morto. Daí o esforço de Tarso e Vannuchi, que quiseram impor ao povo brasileiro, goela abaixo, o famigerado PNDH-3. A campanha sistemática de difamação que sofre o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra desde o show midiático de mentiras promovido pela antiga deputada petista Beth Mendes, em 1985, remete a algumas perguntas:

- Por que o coronel Ustra é tão odiado pelos terroristas e "militantes" de esquerda?

- Por que o coronel Ustra é submetido à tortura pública, quase que diariamente, junto com sua família, em artigos revanchistas, publicados em revistas e jornais, tendo que se defender em vários processos, que o qualificam de "torturador" no período em que comandou o DOI/CODI/II Exército, em São Paulo, de 29/09/1970 a 23/01/1974?

- Por que os terroristas das Brigadas Vermelhas, da Itália, e os terroristas do Baader-Meinhof, da Alemanha, foram para a cadeia, enquanto que os terroristas brasileiros recebem altas indenizações em dinheiro, algumas milionárias?

- Por que a antiga dupla terrorista Tarso "Béria" Genro e Paulo "Torquemada" Vannuchi se empenhou tanto em modificar a Lei da Anistia, de modo que apenas os militares e policias das Forças de Segurança, tachados de "torturadores", sejam presos, ao mesmo tempo em que os assassinos "terroristas" de esquerda sejam poupados, como quer o famigerado PNDH-3?

O DOI/CODI do antigo II Exército (atual Comando Militar do Sudeste) foi criado em 1970, em substituição à antiga Oban (Operação Bandeirantes). Na cidade de São Paulo reuniam-se as organizações terroristas chamadas de "Grupos de Fogo", que executavam ações armadas violentas, matando inocentes, assaltando quartéis em busca de armas e roubando bancos, carros-fortes, supermercados e casas d'armas. Apesar dos esforços do então chefe da Oban, Major Waldir Coelho, e do chefe do DOPS paulista, delegado Sérgio Paranhos Fleury, as ações terroristas eram crescentes. Ao final do comando de Ustra no DOI/CODI, os grupos terroristas tinham sido desbaratados e muitos de seus integrantes foram eliminados fisicamente. Estes fatos explicam o ódio que os terroristas nutrem por Ustra até hoje. Mentirosamente, Tarso, Vannuchi e outros terroristas propalam o mito de que lutavam pelo retorno da democracia no Brasil, quando está provado que queriam impor uma ditadura comunista, nos moldes de Cuba, desde 1961, durante o governo João Goulart. Se esses terroristas tivessem conseguido o intento, hoje estaríamos sendo governados por um Fidel ou um Chávez, ou então, na melhor hipótese, estaríamos lutando contra as FARB do "guerrilheiro" José Genoino nas selvas de Xambioá, assim como a Colômbia - que não teve seu AI-5 - luta até hoje contra as FARC. Aliás, falar em Lei da Anistia, hoje, é falar sobre um fantasma, pois aquela lei de reconciliação nacional, discutida amplamente por toda a sociedade, apoiada, então, pela mesma OAB que hoje a rejeita, é uma lei que não existe mais. A lei da Anistia original, contra a qual foram personalidades como Ulysses Guimarães - que não queriam a anistia de concorrentes à presidência da República, como Leonel Brizola e Miguel Arraes -, não anistiava os crimes de sangue, nem previa indenizações pecuniárias a assassinos ou "perseguidos políticos".
De inspiração stalinista, o PNDH-3 tem por objetivo atentar contra as instituições nacionais, a saber:
- contra as Forças Armadas, ao propor a modificação da Lei da Anistia, de modo a punir apenas os que combateram o comunismo no passado, deixando de fora os terroristas, muitos deles hoje no poder, como Franklin Martins, Dilma Rousseff, Tarso Genro (recém-licenciado), Paulo Vannuchi, Carlos Minc etc.; o Plano quer subverter a hierarquia da Segurança Pública, de modo que as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros não sejam mais Forças Auxiliares das Forças Armadas, mas subordinadas à Guarda Nacional Petista que atende pelo nome de Força Nacional de Segurança Pública;

- contra a família e a Igreja, ao propor o casamento entre homossexuais, além da retirada de objetos religiosos, como crucifixos, de locais públicos;
- contra o elementar direito à vida, previsto na Constituição Federal, ao propor o aborto livre;

- contra a liberdade de expressão, ao propor censura prévia nos meios de comunicação;

- contra a propriedade privada, ao propor que os produtores rurais não possam recorrer imediatamente ao judiciário, contra os bandoleiros do MST, para reintegração de posse de suas terras e benfeitorias.

Atualmente, a OAB apoia a vil tentativa de enterrar a Lei da Anistia, para criminalizar apenas os antigos agentes de Segurança, como Ustra, ao mesmo tempo em que afaga as barbichas dos assassinos terroristas. Por essa patifaria, a OAB deveria mudar sua denominação para Organização de Apoio aos Bandidos.

Mal comparando, Ustra é o bode expiatório do governo dos militares, assim como José Roberto Arruda, governador do DF, atualmente preso na Polícia Federal, é o bode expiatório das falcatruas dos políticos, para que todos esqueçam o mensalão petista, a propina dos R$ 10 milhões concedidos pelo PT ao partido de José Alencar, para concorrer como vice de Lula (fato confirmado por Ricardo Kotscho em seu livro Do golpe ao Planalto), e a montanha de dinheiro dos "aloprados" petistas para venda de falso dossiê sobre José Serra e Geraldo Alckmin. Tivessem Ustra e demais integrantes dos órgãos de Segurança adotado as ações revolucionárias de Fidel e Che, que executaram milhares de pessoas no paredón e nas masmorras cubanas, não haveria esse revanchismo atual, já que esses terroristas há muito tempo estariam prestando continência ao demônio. Nesse sentido, não há como não concordar com o deputado Jair Bolsonaro, que lamenta que a "limpeza" não tenha sido mais ampla. Não tenho nenhuma dúvida de que se os tarsos, vannuchis, dirceus e dilmas tivessem vencido os militares, Ustra e demais agentes de Segurança não estariam hoje entre os vivos, nem eu para escrever sobre o assunto. Uma coisa é certa, coronel Ustra, e nos remete à resposta definitiva face à pergunta formulada no título: se a esquerda o odeia tanto, é porque o senhor fez um trabalho fundamental à frente do DOI/CODI, acabando com o terrorismo em São Paulo. O ódio que os terroristas nutrem pelo senhor é a prova definitiva de que o senhor fez um trabalho correto e muito bem feito.

Lembre-se sempre de uma coisa, coronel Ustra: NINGUÉM PODE SER MAIS ELOGIADO DO QUE MERECER O ÓDIO DA ESQUERDA!

quinta-feira, 11 de março de 2010

NUNCA ANTES NA NOSSA HISTÓRIA

A festa de aniversário do senador Marconi Perillo, com uma comprovada e enorme repercussão popular, trouxe mais uma vez a certeza de que a campanha de difamação movida durante quase quatro anos pelos seus adversários não produziu nenhum efeito. Marconi tem sido combatido com dureza nem tanto pelo PMDB, como seria de se esperar, mas pelos seus próprios ex-aliados, a começar pelo governador Alcides Rodrigues – que ele e o PSDB ajudaram a colocar no poder. Os peemedebistas respeitam Marconi, mesmo porque conhecem na carne a força eleitoral desse jovem político, enquanto os seus ex-companheiros, que foram beneficiados por ele, ainda vivem na ilusão de que podem derrotá-lo. Na obsessão de destruir a liderança do senador tucano, o atual governo abriu mão de qualquer agenda positiva e aceitou o pesado ônus de criar em Goiás um ambiente negativo, de perseguições e de ações movidas pelo ódio e pela raiva. A obrigação de construir um projeto de desenvolvimento para o Estado foi deixada de lado, substituída pelo rancor transformado em política pública. Nunca antes na nossa história se viu algo parecido. Até hoje, exatos quatro anos depois de empossado, Alcides ainda mantém os olhos no passado e estimula a sua tropa a fustigar Marconi diariamente, com acusações e ataques disparados por membros graduados da sua administração e do seu partido. Funcionários são demitidos às claras, outros são perseguidos e humilhados, há um clima policialesco em repartições que deveriam estar cuidando da vida administrativa do Estado e até o presidente da República é trazido a Goiás não para anunciar benefícios para o povo goiano, mas para dar a sua triste contribuição às agressões contra Marconi Perillo. Nem na ditadura militar nosso Estado viu algo parecido. E nem nos governos do PMDB, que se esmeraram em punir o funcionalismo público e em dar a esse importante segmento social um tratamento injusto e cruel. A preocupação com Marconi é tanta que o governo investiu em uma campanha publicitária, estabelecendo comparações com a gestão do tucano, que foi imediatamente suspensa pela Justiça Eleitoral por ser ilegal e por tratar de campanha extemporânea. O senador Marconi Perillo, sabiamente, gasta pouco do seu tempo com o atual governo. Como o PMDB, que foi eleito pelo povo para fazer oposição a Alcides, resolveu aderir, em troca de cargos minguados, quem representa a verdadeira oposição hoje em Goiás são os jornais e as televisões. Jornais como O Popular e Diário da Manhã trazem quase que diariamente notícias ruins sobre a gestão que se aproxima do final. Epidemia de dengue, aliás a maior do país, quase uma centena de pessoas mortas por infecção hospitalar no Huapa, recorde em assassinatos, queda no crescimento do Estado e uma enxurrada de matérias negativas, destacando Goiás como um lugar repleto de problemas e situações críticas para a sua população. A reação do governo, inclusive na propaganda oficial, são anúncios em que se promete para o futuro algumas realizações. Na publicidade de Alcides, os verbos são conjugados no futuro. A famosa frase do governador, repetida há três anos, de que “vai faltar tempo para as inaugurações” não passou de um exercício retórico vazio, sem conseqüências práticas. Basta consultar a agenda para se constatar que está sobrando tempo para as “inaugurações” que não chegam nunca. Uma matéria publicada nesta semana na revista Época deveria ser lida e relida pelo grupo que usou a relação que o PSDB construiu com o povo goiano para se apossar do governo. Sob o título “O poder mostra quem somos”, a reportagem revela que as pessoas só se tornam conhecidas depois de receberem algum poder. Por exemplo, quando estão fora do poder os políticos dizem: “Eu nunca agiria dessa forma”, mas, uma vez instalados, mostram a sua verdadeira face e passam a fazer exatamente aquilo que negavam. Alcides ganhou a eleição elogiando Marconi e comprometendo-se a dar continuidade ao seu governo. Fez também um compromisso com os partidos que o apoiaram, dizendo em inúmeras entrevistas; “Não serei o coveiro da base aliada”. Quatro anos depois, a base está enterrada e o governo, em vez de governar, se dedica a tentar a destruição da liderança de Marconi por todos os meios ao seu alcance. Tivesse sido trilhado o caminho da lealdade e da responsabilidade para com os partidos e os líderes que suaram a camisa para a sua eleição, Alcides estaria hoje a poucos dias de se desincompatibilizar e caminhar para uma eleição tranqüila ao Senado Federal. Essa “promoção”, que viria de forma natural, sonho de todos os políticos brasileiros, simplesmente virou pó. Alcides, Braga, Sérgio Caiado e outros tantos se transformaram em políticos com data de vencimento, após a qual estarão fora do processo que realmente para o Estado. A estrada está aberta para Marconi Perillo. Que é uma estrada com muitos obstáculos, a maioria colocados pelos que ontem ele pensou serem amigos, sabemos que é e Marconi também sabe. Mas não é tão difícil quanto a estrada que o moço da camisa azul desbravou em 1998. Ele já está acostumado com as asperezas da política e agora mais amadurecido ainda depois do tremendo erro a que foi induzido em 2006. Mas também nunca antes na história deste Estado se viu uma traição tão grande assim.



quinta-feira, 4 de março de 2010

IRIS REZENDE COM JEITO DE NÃO CANDIDATO

O prefeito de Goiânia Iris Rezende se portou como quem não é candidato a nada nas eleições de 2010. Foi na quarta-feira dia 03 de março na festa dos melhores da política de 2009, promoção da revista FALA PREFEITO  e do instituto de pesquisas EPP, que premia anualmente os prefeitos, políticos, empresários e profissionais da comunicação que mais se destacam no ano em Goiás. Me pareceu muito estranha a forma como o prefeito se comportou no evento onde havia perto de uma centena de prefeitos, número igual ou maior de vereadores e líderes de vários municípios de Goiás. Nesse ambiente seria normal que alguém na condição de pré-candidato ao governo de Goiás fosse de mesa em mesa mostrar sua cara e seu "carinho" para com os presentes. Iris sempre fez isso. Eu mesmo já testemunhei esse comportamento do prefeito de Goiânia em várias oportunidades. Outro detalhe interessante: Iris se tivesse o desejo da falar no evento, naturalmente que falaria sem problema algun. Todavia, várias autoridades falaram e Iris ficou quieto na mesa das autoridades e por apenas alguns momentos. Chegou atrasado, não disse a que veio, saiu antes do término e deixou a impressão que não será candidato a nada neste ano. Muito sintomática a titude do prefeito. Iris não é assim. Iris Nunca foi assim. O prefeito de Goiânia nunca foi de perder oportunidades para demonstrar o seu maior dom que é o dom de conquistar via comunicação e carisma. Aí tem alguma coisa no ar além dos modernos aviões da Azul. Eu falo e nêgo duvida! 

quarta-feira, 3 de março de 2010

O SEGREDO DE MARCONI PERILLO

No final de semana que passou aconteceu algo no interior do estado de Goiás que supera com extrema clareza o fenômeno popularidade acima da média. Os protagonistas do fato foram o ex-governador de Goiás e atual senador da república Marconi Perillo e a população da cidade de Niquelândia na região norte do estado de Goiás, cidade com 40 mil habitantes. Marconi Perillo como um senador atuante, que não como faz a maioria dos senadores brasileiros que ao chegar ao senado federal se empolga com a função e praticamente abandona suas bases, está sempre presente em todas as regiões do estado. Na terra do querido Vilmar Rocha ex-deputado federal e pré-candidato a câmara federal, Marconi compareceu no sábado dia 26 de fevereiro para ao lado do prefeito Ronan Batista entregar algumas máquinas agrícolas à produtores rurais da região. Chovia bastante em toda região norte do estado. Mesmo assim um número muito grande de pessoas compareceu ao aeroporto da cidade para recepcionar Marconi. Nas ruas da cidade e no evento de entrega das máquinas agrícolas, uma verdadeira multidão não se importava com a chuva e empolgadíssima se manifestava fervorosamente apoiando o prefeito do PTB e o senador do PSDB. O deputado federal Jovair Arantes que é o presidente do PTB e que também estava em Niquelândia  se mostrava assustado com tanta gente na rua aplaudindo Marconi Perillo. O evento de Niquelândia foi tão fantástico em termos de participação popular que muito lembrava um comício de encerramento de campanha majoritária. E olha que os assuntos campanha eleitoral, votos, pré-candidatura ao governo de Goiás, sequer foram citados em todo o evento. Que fenômeno é esse? Que segredo Marconi Perillo tem para mesmo estando há quase 4 anos fora do governo de Goiás, ainda goze de tamanho prestígio junto a população do estado? Por que o povo do estado de Goiás não esquece Marconi? Por que Marconi arrasta multidões por onde passa, mesmo não havendo outros atrativos populares como shows, apresentações artísticas, etc...?   Qual o motivo que explica essa profunda ligação do povo goiano com o jovem senador da república? Parece complicado mas não é explicar porque Marconi é mais que um fenômeno político em Goiás. Marconi Perillo é o que é porque gosta do povo e gosta de gente. Marconi tem o jeito do povo e tem o jeito de gente. Há políticos que são apaixonados por povo, por massa a ser manobrada, todavia, detesta gente. Em Goiás mesmo há políticos que amam uma grande aglomeração de pessoas e até mesmo ser carregado nas costas pela multidão, mas, odeia quando tem a necessidade de atender gente cara a cara, olho no olho. Marconi é diferente. Marconi além ter sido o governador que marcou pela modernidade, que marcou por ter sido o governador que mesmo antes da virada do século XX para o século XXI cologou Goiás no terceiro milênio, que fez a história do nosso estado ser dividida  em duas partes: antes e depois do governo Marconi Perillo, é também o político goiano mais transparente que o povo conhece. Marconi fala com o coração para o coração dos goianos. Marconi não é dissimulado. Marconi não é produto de marketing. Marconi não é produto da demagogia e do populismo barato e superado nos dias de hoje. Marconista não é artista. Marconi é gente que gosta de gente. O povo percebe isso e retribui da maneira mais simples em se tratando de povo. O povo retribui a sinceridade e o carinho verdadeiro que recebe de Marconi com aplauso, com apoio, com entusiasmo e com parceiria. É isso que está por trás do grande sucesso com o povo que Marconi Perillo tem. Tentar desconstruir essa imagem que Marconi tem junto ao povo de Goiás é pura falta de juízo. Os adversários de Marconi e do PSDB precisam aprender essa verdade de uma vez por todas antes que seja tarde demais para todos eles. Esses covardes de agora pagarão na urna eleitoral um preço muito alto pelo enorme saco de maldades. Você não destrói uma parceira como essa entre Marconi e o povo goiano com campanhas medíocres de ataques pessoais e covardia. Você pode destruir quase tudo em uma democracia. Até mesmo a própria democracia pode perecer. Deus nos livre disso. Por outro lado, não é possível destruir aquilo que o povo construiu para si mesmo em sua alma. E eu falo e nêgo duvida! Aqui está o segredo de sucesso de Marconi Perillo junto ao povo goiano. Marconi está eleito na alma da maioria dos goianos como o melhor, o mais sincero, o mais verdadeiro de todos os governadores de Goiás. Marconi e o povo de Goiás estão cada vez mais unidos, cada vez mais parceiros, cada vez mais juntos em um amoroso laço de alma. Marconi é do povo de Goiás! Eis o segredo de Marconi.