sexta-feira, 23 de abril de 2010

A ZOIÚDA QUER IMPOR CENSURA AO JORNALISMO ESPORTIVO BRASIL

Que a Rede globo de televisão é a grande cafetina da família brasileira, o país inteiro sabe. A globo com sua programação impregnada de novelas nada mais faz do que doutrinar as famílias do Brasil para um modelo de perdição, prostituição, desrespeito, traição e outros tantos valores que apenas contribuem para o fim daquilo que conhecemos como família ideal. Não bastasse esse comportamento repugnante, a emissora carioca depois de monopolizar as transmissões esportivas de jogos da seleção brasileira, do campeonato brasileiro e copa do Brasil, quer também patrocinar a censura aos demais veículos de comunicação do país que atuam em coberturas de eventos esportivos. 

A globo ajudou, pressionou e praticamente determinou a aprovação pela Câmara dos Deputados, de um projeto de lei  que altera a chamada Lei Pelé.   Foi aprovado pelos senhores deputados um projeto para alterar a lei Pelé, lei que devia se ater às questões do futebol, mas que pela decisão da nossa Câmara, confirma a verdadeira censura as empresas de comunicação do nosso país. No projeto, que ainda será examinado pelo Senado, os clubes poderão autorizar ou proibir a transmissão de um jogo de futebol, por determinada rádio, e autorizar, ou não, gravações de entrevistas com jogadores desses jogos. É a censura em todos os meios de comunicação do Brasil. Os fotógrafos que trabalham para veículos impressos, por sua vez, poderão ser confinados em um setor do estádio, do qual estarão impedidos de sair. As fotos só serão permitidas a partir desse local. É uma lei federal que censura tudo no esporte, e não para por aí. Cenas para outros canais de televisão estarão restritas a 90 segundos apenas. Isso significa que jogos com muitos gols ou decisões por pênaltis só poderão ser exibidas exclusivamente por um canal. Os jornais noticiosos de televisão estarão, também, limitados aos 90 segundos. E isso tudo elaborado e já aprovado na Câmara dos Deputados.

Com a palavra o Senado Federal. Como é que pode um absurdo desses? O futebol brasileiro é o que é em função do rádio esportivo que fazemos por aqui há mais de um século. A crônica esportiva brasileira é responsável pela riqueza do futebol brasileiro. Não pode se jogar tudo isso no lixo simplesmente por capricho de uma emissora de TV que tem como principal objetivo o dinheiro, o poder, e o empobrecimento da concorrência. A Lei Pelé tocando no assunto comunicação é inconstitucional. Uma lei menor não pode suplantar a lei máxima. O direito da imprensa esportiva tem que ser respeitado. Não aceitamos essa censura que a Globo está impondo ao Congresso Nacional. Senadores do Brasil! Tenham o bom senso de não permitir essa violência contra a democracia.   

sábado, 17 de abril de 2010

SERRA SERÁ PRESIDENTE DE VERDADE E NÃO DILMENTIRA

DATAFOLHA: SERRA COLOCA 10 PONTOS DE FRENTE EM DILMA ROUSSEFF

A pesquisa de intenção de votos para presidência da república do instituto DATAFOLHA deste sábado 17 de abril de 2010 mostra uma realidade que acaba com o sono do PT. O PSDB fará o próximo presidente da república. José Serra se mostrou de leve com o lançamento de sua pré-candidatura e já conseguiu crescer exatamente o dobro da pré-candidata do PT dilma Rousseff. Serra tem agora 38% das intenções de voto do povo brasileiro. Dilma tem 28% . Em relação a última pesquisa DATAFOLHA Serra subiu 2 pontos percentuais e Dilma subiu 1 ponto. Serra cresceu o dobro de lá pra cá. Duas leituras: Sem Lula no seu cangote a ministra do terror empacou de vez, e quando Serra se mostra ao Brasil, o Brasil se mostra ao lado de Serra. O Brasil quer Serra, um presidente de verdade, e não quer uma presidente Dilmentira.

BATER EM MARCONI PERILLO NÃO É UMA BOA PARA ADVERSÁRIOS

Os adversários do Senador Marconi Perillo/PSDB em Goiás já devem ter aprendido a lição que não podem bater no pré-candidato do PSDB ao governo de Goiás. Quanto mais aumentam o tom da campanha para destruir a imagem política e pessoal de Marconi, mais o jogam para os braços do povo goiano. Marconi lidera em todas as pesquisas de intenção de voto a corrida ao palácio das esmeraldas. Os números do Serpes esta semana demonstram que Marconi pode sim ganhar a eleição no primeiro turno. A apresentação de propostas pode desequilibrar o jogo em favor de Marconi. O senador é dos políticos goianos o mais confiável em termos de promessas de campanha. O eleitor sabe que Marconi cumpre seus compromissos de campanha. O Renda cidadã, Bolsa Universitária, Vapt Vupt, Cheque Moradia, etc... são as provas de que compromissos de Marconi viram realidade. Quando Marconi apresentar pra valer o seu pacote de propostas ao povo goiano é certo que crescerá ainda mais as suas intenções de voto.

FABIO SOUSA DÁ SHOW NA CPI DA PEDOFILIA EM GOIÁS

O jovem deputado Fábio Sousa/ PSDB de Goiás está dando um verdadeiro show de capacidade na CPI da pedofilia na Assembléia Legislativa. O objetivo da CPI é travar uma grande guerra contra a pedofilia em Goiás que amarga o título de estado campeão em casos de pedofilia pela internet. E uma grande conquista já acertada. O Tribunal de Justiça de Goiás se comprometeu a enviar para a AL um projeto de lei criando uma vara exclusiva para julgar casos de pedofilia e abusos contra jovens em Goiás. Só por isso é correto afirmar que essa CPI da pedofilia presidida por Fábio Sousa já deu resultados positivos ao povo goiano.

IRIS E VANDERLAN FORAM ENGANADOS P/ DOSSIÊ FALSO CONTRA MARCONI

Tenho informações precisas que os pré-candidatos Iris Rezende/PMDB e Vanderlan Vieira/PR foram enganados pela armação do falso dossiê contra o pré-candidato Marconi Perillo/PSDB. Iris e Vanderlan só teriam aceitado renunciar de seus cargos depois de saberem da existência do dossiê que em tese destruiria a candidadura de Marconi. Principalmente porque o falso dossiê só seria divulgado no mês de setembro quando não daria mais tempo para Marconi desfazer a armação fantasiosa. Se o dossiê e suas falsificações grotescas fossem verdadeiras até poderia ser que Marconi fosse destruído. Mas como trata-se de um trabalho bandido, criminoso, canalha e de falsificações de 5ª categoria, claro está que o sonho de retirar Marconi do páreo virou pesadelo para muita gente. Agora que está sendo provado que o dossiê falso contra Marconi não passa de uma sujeira dos canalhas do submundo, Será que Iris e Vanderlan não respiram um ar de arrependimento?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O VOTO DO CRISTÃO NO CONTEXTO IDEOLÓGICO DAS ELEIÇÕES DE 2010

Texto do Dr. Uziel Santana retirado do site http://www.mídiasemmascara.org/

"Nunca na história deste país" - parafraseando o Presidente - os cristãos e suas igrejas foram tão atacados em seus valores e dignidade. "Nunca na história deste país", os valores cristãos foram tão depreciados, estigmatizados e estereotipados.


Que tipo de eleição se avizinha agora para nós? O que podemos esperar dos candidatos e partidos envolvidos neste novo processo eleitoral e seus respectivos programas e plataformas de governo? Enfim, o que estará, definitivamente, em jogo nas Eleições de 2010? É sob o fulcro deste conjunto de questões reflexivas que iremos analisar, neste ensaio, alguns aspectos que estão envolvidos no próximo pleito e que têm sérias implicações e repercussões para o exercício público e livre da fé cristã. E é exatamente por esta razão que este Dictamen reflexivo se dirige, mormente, aos cristãos e sua liderança. Muito embora, pelo conteúdo aqui expressado, o que está em jogo, no contexto ideológico das Eleições de 2010, mais do que a liberdade religiosa, é o conjunto das liberdades civis fundamentais do ser humano e da sociedade. Avizinha-se uma Eleição, ideologicamente, bem definida, onde os atores políticos e seus partidos têm deixado, mais do que nunca, às claras, os ideais morais, religiosos, culturais e político-sociais que cultivam, defendem e promovem. Por assim ser, inelutavelmente, a situação conjuntural atual exige de nós, cristãos, uma tomada firme de posição quanto ao que está (será) (im)posto. Usando uma figura de linguagem: entre os cristãos, o joio e o trigo comparecerão ao "Tribunal da Colheita" no escrutínio de outubro de 2010. E, assim, a questão que se apresenta para nós cristãos é: como deve ser o voto do cristão no contexto ideológico das eleições de 2010?

Ao analisarmos a historiografia dos processos eleitorais brasileiros após o Regime Militar (1964-1985) - dentro do atual contexto da chamada Nova República -, observamos que, estamos vivendo uma conjuntura política sui generis, quanto à determinação dos valores morais, culturais, religiosos e sociais a serem assumidos e promovidos pelo Estado brasileiro. Se no contexto das eleições de 1985, 1989, 1994, 1998 e 2002, os debates dos presidenciáveis - e, assim também o era, em nível estadual - se situaram em questões (macro e micro) econômicas (como foi o caso de FHC e Lula, em 1994 e 1998), em questiúnculas casuísticas sobre a vida dos adversários políticos (como foi o caso de Collor e Lula, em 1989) ou mesmo em promessas "palanqueiras" vazias, fruto da retórica retumbante dos "politiqueiros" brasileiros (como, entre tantos exemplos, foi o caso da promessa de "caça aos marajás" de Collor, em 1989), agora nas Eleições de 2010, com as temáticas e políticas públicas promovidas pela era Lula (2003-2010), com o lançamento das candidaturas de Dilma Rousseff (PT) e José Maria Eymael (PSDC) e, possivelmente, Marina da Silva (PV), José Serra (PSDB), Ciro Gomes (PSB), o que se mostra, sob uma perspectiva cristã, é um quadro eleitoral que, para nós, deve ser centrado em um debate, eminentemente, ideológico, mesmo que os discursos oficiais propostos sejam outros. Por quê? Porque, olhando para os referenciais teóricos e programáticos desses presidenciáveis, grande parte deles - como o foi o Governo Lula, in totum - adota uma ideologia programática, altamente anticristã, semelhantemente ao que ficou demonstrado no lançamento do Decreto nº 7.037 de 21 de dezembro de 2009 - o PNDH-3 (Programa Nacional de Direitos Humanos).

O Governo Lula, finalmente, no apagar das luzes do ano de 2009 (como é práxis neste governo) e da sua Era, mostrou, in claris, o que tentou fazer e promover, em termos morais, religiosos, culturais, sociais e políticos, no nosso país, nos últimos oito anos. Eis a sua "Revolução Iluminista": a formação de um Estado laico, anticristão, amoral, corrupto (onde os fins justificam os meios), adepto de uma democracia do tipo ditatorial-plebiscitária (nos moldes de Hugo Chávez da Venezuela), onde a "sociedade" é menos importante que o "movimento social" e a maioria é subjugada pelas pretensões políticas - sejam quais forem elas - da minoria.

Neste mesmo sentido, quando do lançamento da candidatura da presidenciável Dilma Rousseff, conforme ela mesmo assentiu em seu discurso inaugural, o fundamento das suas diretrizes programáticas é a constituição, a partir da sua eleição como presidenta, de um "Estado Forte", evidente que, nos mesmos termos da Era Lula, sendo que agora, não mais de uma forma gramsciana (que propunha uma revolução silenciosa em busca de tomar as estruturas do poder pela "pregação" latente de uma hegemonia cultural-moral), mas de uma forma stalinista (uma revolução ostensiva e cruel). Isso é, realmente, assustador.

"Nunca na história deste país" - parafraseando o Presidente - os cristãos e suas igrejas foram tão atacados em seus valores e dignidade. "Nunca na história deste país", os valores cristãos foram tão depreciados, estigmatizados e estereotipados. "Nunca na história deste país", a liberdade religiosa, de expressão e de culto estiveram tão ameaçadas, como foi no caso da tentativa de aprovação, "a toque de caixa e à força", do PL 122/2006 (o PL da ditadura gay) que ainda tramita no Senado Federal e que é amplamente apoiado pelo governo petista, através da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República - Secretaria esta que produziu o absurdo jurídico-moral do PNDH-3 que, entre outros, prevê a promoção do aborto, do homossexualismo, das invasões do MST, do enfraquecimento do Judiciário, das inconstitucionais políticas de cotas, da profissionalização da prostituição e do adultério, da adoção de crianças por homossexuais, da retirada dos símbolos cristãos dos órgãos públicos, da censura prévia a imprensa, da desconstrução dos valores familiares e etc.

Definitivamente, a liderança cristã do Brasil precisa reagir. Porque, se em oito anos de governo petista tivemos isso, tivemo-lo por omissão - e muitas vezes por ação - da liderança cristã. Foi desse modo, inclusive, que Lula venceu, sobretudo, as eleições de 2006, com o amplo apoio de bispos, pastores, instituições como a CNBB (que, por certo, não representa a Igreja Católica brasileira como um todo) e várias denominações evangélicas. Os fatos que estamos a descrever aqui neste ensaio - e este é o meu Dictamen a vocês líderes cristãos - devem ser levados ao conhecimento dos membros de cada uma das suas comunidades eclesiais, porque, assim, as pessoas terão a possibilidade de conhecer uma parcela considerável da verdade dos fatos que, por certo, não é transmitida pelos meios de comunicação de massa. E, assim, os fiéis cristãos terão a possibilidade de tomar suas decisões eleitorais livremente, sem o véu e o viés da ignorância. E, aí, o próprio Cristo, na sua onisciência, saberá quem, na hora do escrutínio, decidiu por votar a favor dos valores dEle ou a favor dos valores deste mundo, isto é, quem, entre nós, é joio e quem é trigo. Esta é a chance que ainda temos para que no Brasil não vivamos sob a égide de uma ditadura esquerdista, travestida de democracia, como um lobo vestido com pele de ovelha.

Que esse seja o nosso engagement, enquanto cristãos conscientes do nosso papel de ser luz e sal na terra, frente às Eleições ideológicas de 2010.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

NEM TODO MUNDO NO PP É TRAÍRA

Caiu como uma bomba no palácio das esmeraldas a informação deste último final de semana que dava conta de uma articulação totalmente nova na política goiana. A articulação vem da coordenação do movimento que reuniu 31 prefeitos do PP goiano em um almoço com o senador Marconi Perillo semana passada em Brasília. Neste almoço os prefeitos do PP reclamaram das posições da cúpula pepista em Goiás e reafirmaram suas posições de não acatar tudo que o comando do partido está decidindo, sobretudo sobre as eleições 2010 no estado. Em primeiro lugar a pré-candidatura de Vanderlan/PR ao governo de Goiás não foi discutida com as bases. Vanderlan é tido por muitos prefeitos como arrogante e desarticulado. Vanderlan cultiva antipatia gratuita entre a maioria dos 48 prefeitos do PP no estado de Goiás. Um dos motivos dessa antipatia é a proximidade de Vanderlan com Sandro Mabel, tido e havido como o político goiano menos confiável. Em segundo lugar apoiar a pré-candidatura de Vanderlan/PR, no entendimento desses 31 prefeitos  do PP, significa trair de modo claro e explícito aquele que foi o grande cabo eleitoral deles todos que foi o senador Marconi Perillo. Essa traição não é aceita pela maioria dos prefeitos do PP. É verdade que Marconi Perillo ajudou quase todos os pepistas a conquistarem suas eleições no pleito passado. Para muita gente no interior de Goiás essa facada nas costas de Marconi que a cúpula do PP está dando é inaceitável. Valores como a gratidão e a lealdade são levados muito a sério pela maioria dos goianos inclusive os da política. É com base nestes valores que prefeitos do PP estão articulando aquilo que seria a maneira correta do PP reconhecer que tem por obrigação exercitar o bom caráter e caminhar no projeto do PSDB nas eleições de 2010. Está em andamento a articulação para que o deputado federal Roberto Balestra seja indicado pelo PP como vice na chapa encabeçada por Marconi Perillo. Os prefeitos enxergam na chapa Marconi/Balestra a maneira mais prática de derrotar o adversário em comum que é o PMDB. Roberto Balestra é depois do governador Alcides Rodrigues o nome mais respeitado do PP. Com seis mandatos de deputado federal, Roberto Balestra é o político do PP goiano de maior  respeitabilidade no congresso nacional. Balestra foi sempre defensor da manutenção da base que ganhou e deu sustentação a dois governos para Marconi Perillo e para o governo Alcides Rodrigues. Esses prefeitos tem força para encarar a truculência de Sergio Caiado presidente da legenda e que tem verdadeiro ódio por Marconi? O comando do PP tem força para enfrentar 31 prefeitos e suas lideranças dentro do partido? Existe manha e artimanha que podem ser feitas no sentido de frustrar o interesse desses 31 prefeitos dentro do partido? Seria inteligente forçar o partido a apoiar a candidatura Vanderlan sem a aprovação e engajamento das bases? Perguntas para serem respondidas pelas partes pepistas envolvidas neste verdadeiro jogo de xadrez exclusivo deles. Do episódio todo há uma certeza que deve ser destacada por quem está apenas observando o jogo: No PP de Goiás nem todo mundo é traíra! Ainda bem.