segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Marconi autorizou e Jayme Rincón anunciou: vem aí um moderníssimo estádio Serra-Dourada

Marconi e Rincón

O governador de Goiás, Marconi Perillo, definitivamente já entrou para a história do nosso estado como o maior tocador de obras desta terra. Isto é fato! Além dessa marca fantástica, Marconi Perillo também está se consolidando como aquele que mais fez pela capital de Goiás, a cidade de Goiânia. Marconi fez e continua fazendo por Goiânia em termos de obras, muito mais que os últimos dez prefeitos da nossa capital.
As obras dos viadutos nas saídas de Goiânia, a duplicação e iluminação de todas as GOs que dão acesso à capital, a conclusão do Centro de Excelência do Esporte, o Centro Cultural Oscar Niemeyr, a conclusão da Vila Cultural, o Crer, os Credeqs, a construção do HUGO 2, o maior hospital do Centro Oeste do Brasil, já falam por si mesmo. E para a alegria dos desportistas de Goiânia e de Goiás há ainda duas grandes notícias para muita comemoração.
Marconi Perillo autorizou e Agetop já está trabalhando para garantir até o meio do ano de 2014 a modernização total das duas maiores praças de esportes de nosso estado. Marconi vai praticamente construir um novo Autódromo Internacional de Goiânia. As obras no autódromo garantirão que o estado de Goiás volte a receber provas internacionais de automobolismo e motociclismo, além de ser também um moderníssimo parque a disposição da população. O autódromo Ayrton Sena de Goiânia será um dos mais modernos do Brasil e do mundo.
A outra grande notícia é a autorização que Marconi Perillo já deu para um completa modernização do Estádio Serra-Dourada. Essa informação o presidente da Agetop e da Agecom, Jayme Rincón, publicou através de uma entrevista que concedeu ao jornal Tribuna do Planalto, edição desta semana. Segundo as informações de Jayme Rincón, teremos novamente o nosso estádio Serra-Dourada como um dos mais funcionais e mais modernos do Brasil, não devendo praticamente nada a algumas das arenas que serão usadas na Copa do Mundo em 2014.
Confira a parte da entrevista de Jayme Rincón ao Tribuna do Planalto onde ele fala da reforma do Serra-Dourada:
Quais investimentos são esses?
Estamos duplicando e iluminado todas as saídas de Goiânia; estamos fazendo cinco viadutos, o Centro de Excelência do Esporte, que vai ser modelo no Brasil inteiro, o Hugo 2 na Região Noroeste, que vai ser o maior e mais moderno hospital do Centro-Oeste; estamos construindo o primeiro Credeq da região metropolitana de Goiânia; estamos iluminando a BR-153 no perímetro urbano entre Goiânia e Aparecida, que não é atribuição nossa; concluímos a Vila Cultural; estamos reformando o autódromo, que vai ser um dos mais modernos do mundo. E ontem (dia 7) o governador autorizou a reforma do Estádio Serra Dourada. Não há nenhum governo na história de Goiás que tenha feito tanto por Goiânia quanto esse atual, e mesmo assim a gente não consegue ter uma boa relação com o prefeito Paulo Garcia.
Como será a reforma do Serra Dourada?
Vai ficar interessante. O Serra Dourada era talvez o estádio mais moderno e mais bonito do Brasil. Hoje, deve ser o vigésimo. Temos que adequá-lo. Vamos colocar cadeiras, mas a primeira coisa a ser feita será setorizá-lo, que é uma coisa que não tem hoje, em relação aos lugares e ás entradas. Há o torcedor fanático, porém há também o pai que quer ir com a família ao estádio mas não quer ficar na bagunça. Ele quer um programa diferente do torcedor que grita, xinga, briga. Vamos então setorizar o Serra. Vamos fazer uma espécie de arena. Onde é a geral, vamos levar a arquibancada até o nível do campo, até nas duas laterais onde ficam aqueles dois placares. Ali não vamos mexer, que é pra que fiquem as torcidas organizadas, que podem gritar, ficar em pé. Essas são as primeiras modificações. Vamos melhorar a parte de banheiro, de estrutura de serviços, que é parte de policiamento e delegacia, que funcionarão lá dentro. A ideia nossa é que isso fique pronto em março ou abril. Ele vai ficar interditado por 90 dias porque vamos retirar todo o gramado. No último jogo, quando a seleção veio para cá, quase não jogou por conta do gramado.