terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Marconi Perillo reage ao estado bandido petista e à fábrica de dossiês falsos


Tuma Jr
O governador Marconi Perillo lamentou hoje a existência de esquemas sórdidos de bastidores para destruir biografias, conforme  revelou o livro Assassinato de Reputações, do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior — recheado de denúncias sobre a “fábrica” de dossiês do governo Lula. Marconi deplorou vir sendo implacavelmente perseguido pelo ex-presidente, desde quando revelou ao então presidente Lula a existência daquilo que veio a ser conhecido como mensalão, uma história que agora tem detalhes revelados pelo livro de Romeu Tuma Jr. De acordo com o governador, os fatos narrados no livro confirmam a história de um dossiê que estava sendo montado contra si em 2010, quando era senador da República.
O governador diz que, por conta do dossiê falso segundo o qual teria contas no exterior, chegou a passar pelo constrangimento de, numa de suas viagens internacionais, ser revistado pela polícia internacional. Marconi voltou a enfatizar que nunca teve contas fora do Brasil, o que ficou publicamente provado depois da devassa sofrida em suas contas durante na Operação Monte Carlo. “Todos os meus cheques e depósitos acima de mil reais tiveram de ser explicados à Justiça e à Receita Federal e ficou provado que não havia nada irregular”, frisou.
Para o tucano, entristece saber que existem no Brasil pessoas capazes de, para atingir seus objetivos mesquinhos, utilizar de mecanismos criminosos. Felizmente, comemora Marconi, os fatos estão vindo à tona e a verdade vem sendo  restabelecida. “Muito do que eu sofri nos últimos anos tem a ver com essas tentativas sórdidas, esdrúxulas, maldosas, sujas, de querer atingir a imagem de um político de oposição que não se dobra, não se enverga, não se vende, que não aceita mudar de lado.”
O tucano diz ter certeza de que CPI da Operação Monte Carlo teve como objetivo destruir a imagem dele, porque essa era uma estratégia de quem mandou fazer esses dossiês por vingança. Marconi argumenta que toda a encenação na CPI por parte de alguns membros tinha o objetivo de desgastá-lo politicamente. “A encomenda era o desgaste e a desmoralização pública de minha pessoa”, sustenta o governador.
Marconi assegurou, por fim, que não guarda disso ódio ou rancor e que o episódio, embora lamentável, foi superado e que seu foco sempre foi e continuará sendo trabalhar para continuar merecendo a confiança dos goianos.