segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Advogado Neílton Cruvinel nega que tenha apanhando de Demóstenes Torres


Neílton Cruvinel nega que tenha apanhado de Demóstenes Torres
Neílton Cruvinel nega que tenha apanhado de Demóstenes Torres
O advogado goiano Neílton Cruvinel Filho, que ficou famoso no caso da Avestruz Master quando defendeu os diretores daquela empresa durante o escândalo nacional, e que depois disso apareceu bem na mídia como um dos advogados do cartorárioMaurício Sampaio, que é acusado de sero mandante do assassinato do jornalistaValério Luís em Goiânia, está outra vez na mídia.
Em matéria do jornal Diário da Manhã do dia 25/01 o advogado aparece como alguém que apanhou na cara do ex-senador Demóstenes Torres, seu cliente em várias ações na justiça. Neílton não aceita a matéria do Diário da Manhã como verdade dos fatos e está refutando as informações de que apanhou de Demóstenes.
Veja a nota que o advogado está divulgando neste domingo!


Goiânia, 25 de janeiro de 2014
Ao
Diário da Manhã
N E S T A                                  
A propósito da matéria veiculada na edição de hoje, 25 de janeiro, de autoria do repórter Carlos Freitas, quero manifestar minha estupefação e indignação. A reportagem só tem mentiras, colocadas na boca de uma testemunha anônima, que narra fatos inacreditáveis.                                     
De repente, sou colocado na condição de um covarde, que leva tapas na cara e não reage. E, na outra ponta, coloca o sr. Demostenes Torres como uma espécie de “supermouse”, capaz de se munir de superpoderes e sair espancando pessoas bem maiores, mais pesadas e mais fortes que ele.
Tenho um histórico profissional de 25 anos, repleto de embates, muitos deles divulgados pela imprensa, onde nunca me contive diante das muitas ameaças que sofri na defesa dos interesses de meus constituintes.                                     
Representei às autoridades narrando a ameaça de morte que sofri, porque este é o procedimento adequado no caso. E foi só. Não divulguei o caso, não dei entrevistas, não fiz mais nada. Deixei a questão no âmbito do Judiciário. Pena que, semanas depois, algum funcionário vazou a representação policial para a imprensa e tudo veio à tona. Mas, mesmo assim, mantive minha postura de não dar entrevistas sobre o tema.                                     
A matéria também levanta a suspeita de que fiz ameaça anônima ao ilibado desembargador Alan de Sena, que é uma pessoa acima de qualquer suspeita, um homem seriíssimo, um magistrado em toda acepção da palavra. E todos no meio sabem disso.                                     
Não sou homem de ameaças, ao contrário, esta prática me é repugnante.                                     
Nunca violo o sigilo profissional. São 25 anos de autuação, onde me foram passadas informações confidenciais envolvendo questões importantíssimas, muitas de repercussão nacional, e nunca, jamais, divulguei nem divulgarei nada. Esta parte da matéria talvez seja a mais danosa, pois tenta me atacar no que me é mais importante: o dever de sigilo profissional.                                     
A advocacia, pra mim, é um sacerdócio. Cabe ao advogado a missão de defender o cliente de tudo e todos e, não raro, isso é muito desgastante e intenso. Muitas vezes estive nesta posição. E meus clientes sabem que, em sua defesa, nunca titubeei em partir pra luta aberta.                                      
Onde estou atuando não há ameaça, chantagem nem coisa do tipo, pois, além de ameaçar, não deixo que ameacem.                                     
Ameaça é prática da “escória”!                                     
Minha conduta sempre foi a da luta franca, aberta, que, não raro, acaba pública. Por tudo isso, fiquei indignado com a matéria e com a forma pela qual foi feita (a partir de uma denúncia anônima).                                     
Peço que deem à presente resposta a mesma divulgação que foi dada a matéria, com chamada de capa e página, e também com a mesma divulgação no site, que é mais visto de Goiás.                                     
Antecipo meus agradecimentos,         
Neilton Cruvinel Filho - Advogado