sexta-feira, 21 de abril de 2017

DELAÇÕES DA ODEBRECHT: MARCONI DIZ QUE QUEM TEM VERGONHA NA CARA SE SENTE CONSTRANGID

“Odebrecht não tem nenhuma obra licitada nem realizada com recursos do Governo de Goiás”.

“Qualquer pessoa que tenha vergonha na cara, que tenha orgulho de ser político fica em uma situação de constrangimento”, disse Marconi sobre citações.

“É claro que isso me deixou muito triste nesse ponto de vista, mas de cabeça erguida”, completou.

Ele recebeu a visita de deputados que entregaram um manifesto de apoio com 33 assinaturas, afirmando acreditarem que acusações contra Marconi são falsas.

O governador Marconi Perillo afirmou hoje que a Odebrecht não tem nenhuma obra licitada nem realizada com recursos do governo do Estado. A declaração foi feita durante reunião com deputados da base aliada, que foram ao Palácio das Esmeraldas para entregar a ele um manifesto de apoio no qual afirmam acreditar plenamente que as acusações contra Marconi são falsas. O governador postou o vídeo em suas redes sociais: https://www.facebook.com/MarconiPerillo/videos/1341852542562398/.
Marconi endossou que as citações que foram feitas em relação a ele em nenhum momento o acusam de oferecimento ou aceitação de qualquer vantagem. Ponderou, porém, que a afirmação sobre a existência de caixa dois em campanhas eleitorais é algo constrangedor e que precisa ser, na hora certa, desmentido na Justiça. Ele ressaltou que as doações recebidas em suas campanhas de 2010 e 2014 estão estritamente de acordo com o que estabelece a lei.
“A Odebrecht fez doações em 2010 e em 2014 estritamente de acordo com que estabelece a lei, registrado no TRE e aprovado. As contas foram aprovadas”, enfatizou.
Antes de fazer alguns esclarecimentos sobre as citações, Marconi agradeceu aos deputados pela assinatura do manifesto de apoio. “Certamente isso me enche de alegria e de conforto. Ser citado em uma situação como essa acaba constrangendo as pessoas que sempre trabalharam pelo bem comum. Que sempre dedicaram sua vida e sua história à construção de um Estado moderno, sempre dedicando a sua vida a fazer o bem às pessoas, independentemente de cor política, partidária ou ideológica, como sempre fiz ao longo de mais de 30 anos de política”, disse.
Marconi afirmou que as citações acabam colocando interrogações na cabeça de muitas pessoas, sobretudo quando citam números que são “completamente desconectados da realidade”. “Qualquer pessoa que tenha vergonha na cara, que tenha o sentimento de orgulho de ser político e de fazer o bem fica em uma situação de constrangimento. É claro que isso me deixou muito triste nesse ponto de vista, mas de cabeça erguida. Com a certeza e com a tranqüilidade de quem sempre procurou fazer o melhor ao longo desses mais de 30 anos. É importante dizer que eu continuo com a minha dignidade em alta”, afirmou.
Reiterou que ontem afirmou que, no momento certo, depois de ouvir tudo o que foi citado em relação ao seu nome nas delações, vai se pronunciar procurando mostrar aos goianos cada ponto do que foi dito, desmentindo cada ponto que foi dito.
Saneago e VLT
Marconi comentou as citações relativas à Saneago. “Falam de uma suposta licitação no Entorno de Brasília. Havia, em 2009, quando esse assunto começou, nas câmaras municipais – eu não era nem governador – a preocupação das câmaras e dos prefeitos no sentido de que houvesse a universalização de esgoto em quatro grandes cidades goianas. Só por conta dessa necessidade de atender à população é que houve a licitação, no caso da subdelegação da Saneago e, em 2013, esse contrato foi homologado estritamente de acordo com a lei”, elucidou.
“Ocorre que – e isso é importante ser destacado – é que houve um ágio de mais de 200%, entre o que era o preço mínimo e a licitação final. A proposta na licitação era de R$ 90 milhões e o licitante ganhou por R$ 270 milhões; a favor da Saneago”, disse o governador.
Marconi disse ainda que, quanto à possível conexão da desistência da licitação do Entorno de Brasília por conta da Operação Monte Carlo, “é interessante registrar que há uma contradição” nas citações. “Primeiro, dizem que ela não foi para frente por causa da operação Monte Carlo, que aconteceu no início de 2012. Em 2014, o Estado chegou a propor uma PMI. Ora, se houvesse qualquer conexão que impedisse uma PMI para o Entorno de Brasília, isso não teria ocorrido dois anos depois. E por que depois essa PMI não foi para frente e a licitação não foi feita? Por uma razão exclusivamente técnica”, observou.
Marconi disse que em 2015 chegou à conclusão, junto à diretoria da Saneago, de que não havia mais necessidade de aporte de recursos financeiros privados, ou de parcerias, ou de subdelegação porque o governo estadual estava viabilizando os recursos junto ao governo federal e nas parcerias com a Caesb, a Companhia de Água e Esgoto de Brasília, para a construção do Sistema Produtor de Corumbá 4, e para construção do Sistema de Estação de Tratamento de Esgoto da cidade de Águas Lindas.
“Então, tecnicamente, a diretoria da Saneago me procurou e disse: ‘Vamos encerrar a possibilidade de licitação de PMI ou de subdelegação, porque nesse caso do Entorno de Brasília nós temos os recursos, temos as parcerias, temos recursos do PAC, temos recursos de parcerias com a Caesb, portanto, eu falei: ‘Concordo, está encerrada essa possibilidade’”, contou.
Com relação à citação sobre licitação para construção do VLT, Marconi afirmou que o governo estadual fez a licitação para eventual construção do VLT via PPP, mas a obra não foi iniciada devido à falta de recursos. “Isso não tem absolutamente nada a ver com qualquer possibilidade de ajuda de campanha que não fosse estritamente legal”, afirmou.
“Eu repito o que disse ontem: salvo essa subdelegação que foi feita pela Saneago por quatro prefeituras no interior do Estado, e que não envolvem nenhum centavo de recursos do Tesouro Estadual; e salvo essa questão do aeroporto de Goiânia, que eu fiz para ajudar o governo federal; e também da licitação do VLT, que foi feita uma licitação para uma PPP que implicava em menos recursos por parte do governo do Estado, a Odebrecht não tem nenhuma obra licitada nem realizada com recursos do governo do Estado”, endossou.
“Base aliada confia na lisura das campanhas eleitorais lideradas por Marconi Perillo”, afirmam deputados
No manifesto, assinado por 33 parlamentares e entregue ao governador, eles afirmam ter confiança no Poder Judiciário e na legalidade dos procedimentos nas campanhas majoritárias de 2010 e 2014 de Marconi Perillo, a quem classificaram como “o maior líder político da história recente de Goiás e um dos maiores do País”.
Os deputados ressaltaram a confiança no estabelecimento da verdade que virá, de acordo com eles, “à medida que as apurações avançarem, revendo os erros e excessos cometidos”, afirmam no documento. “Temos a convicção de que, a seu tempo, o governador Marconi Perillo apresentará todos os argumentos técnicos necessários para demonstrar a fragilidade e sobretudo a falsidade das acusações levantadas contra ele”.
As gestões de Marconi à frente do governo de Goiás foram qualificadas no manifesto, bem como a postura ética e o histórico político do governador. “Marconi Perillo é um democrata, um homem público municipalista, líder do maior programa de inclusão social da história do País e o timoneiro do choque de modernidade que transformou Goiás em Estado profundamente melhor nos últimos anos”.
Leia a íntegra da nota assinada pelos deputados estaduais da base do governador:
MANIFESTO DA BASE DO GOVERNO NA ASSEMBLEIA EM APOIO AO GOVERNADOR MARCONI PERILLO
A democracia brasileira vem passando por um processo de depuração sem precedentes na história do País, resultado do desejo de nossos cidadãos por um sistema político verdadeiramente representativo, à altura dos anseios e demandas de todos.
Esse processo de depuração, saudável e necessário, tem de confluir no fortalecimento de nossas instituições e no reconhecimento dos homens e mulheres verdadeiramente comprometidos com os ideiais de nosso povo. Nesse emaranhado, é preciso separar os bons dos maus representantes.
A base aliada do Governo de Goiás na Assembleia Legislativa confia no Poder Judiciário e na lisura dos procedimentos das campanhas eleitorais de 2010 e 2014 lideradas pelo governador Marconi Perillo, o maior líder político da história recente de Goiás e um dos maiores do País.
Temos a plena certeza de que a verdade será estabelecida e que ela virá à medida que as apurações avançarem, revendo os erros e excessos cometidos. O governador Marconi Perillo é um democrata, um homem público municipalista, líder do maior programa de inclusão social da história do País e o timoneiro do choque de modernidade que transformou Goiás em Estado profundamente melhor nos últimos anos.
Apoiamos as investigações e a revisão moral e ética vivida pelo Brasil, na certeza de que elas fortalecerão a igualdade de direitos entre todos os brasileiros. Da mesma forma, temos a convicção de que, a seu tempo, o governador Marconi Perillo apresentará todos os argumentos técnicos necessários para demonstrar a fragilidade e sobretudo a falsidade das acusações levantadas contra ele.
Deputados estaduais da base de apoio do governador Marconi Perillo na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás

sexta-feira, 24 de março de 2017

DILMA, UMA MULHER HONRADA MORREU! DELATOR DA ODEBRECHT REVELA A COMPRA DE PARTIDOS PELA CAMPANHA DA PETISTA

PROS, PCdoB e PRB foram comprados por R$ 7 milhões cada um

Definitivamente acabou aquela baboseira de que Dilma Rousseff sempre foi uma mulher honrada e que nunca soube de nada do lamaçal que foi os eu governo no Brasil. Dilma está tão suja quanto os piores corruptos já identificados em investigações da Operação Lava Jato e do próprio TSE.
Em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na ação movida contra a chapa Dilma RousseffMichel Temer, que pode levar à cassação do presidente, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht e delator da Operação Lava Jato Alexandrino Alencar afirmou que a empreiteira comprou apoio de partidos políticos à campanha encabeçada pela petista.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Alencar disse ter sido o responsável por pagamentos de 7 milhões de reais a três partidos, Pros, PCdoB e PRB, para que engrossassem o tempo de TV da chapa.
O relato do delator confirma reportagem publicada por VEJA em fevereiro, segundo a qual, a pedido do ex-ministro Edinho Silva, além das três legendas, PP e PDT também levaram cada um sete milhões de reais da empreiteira. A informação sobre o acerto consta dos acordos de delação premiada de Alencar e de Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa.
Odebrecht e Alencar delataram em seus acordos que a propina foi paga, através de caixa dois, diretamente aos partidos beneficiados e saiu do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, que cuidava do dinheiro sujo da empreiteira. Em alguns casos, o repasse foi feito em dinheiro vivo.
O tempo de TV foi crucial para a vitória de Dilma na disputa da reeleição – no primeiro turno, sua coligação, que contava ainda com PMDB, PSD e PR, teve onze minutos e 24 segundos no total; o segundo colocado nesse quesito, o tucano Aécio Neves, dispunha de quatro minutos e 35 segundos.
Questionado por Herman Benjamin, relator da ação no TSE, se o pedido de Edinho havia ficado claro, Alencar respondeu que “sim, para a compra dos partidos”. ‘Depois, quando eu contatei as pessoas que o Edinho me solicitou pra falar, era claramente uma compra do tempo de TV, que, se não me engano, isso deu, aproximadamente, 1/3 (um terço) a mais de horário de TV para a chapa”, afirmou no depoimento.
“Às vezes, os partidos voltavam para o Edinho, o Edinho me ligava e dizia: olha, Alexandrino, estão me ligando do partido de fulano de tal, estão preocupados”, disse o delator.
“Eu contatava a pessoa da Operações Estruturadas (conhecido como “departamento da propina”) e dizia: olha, temos essa demanda, temos que fazer uma programação – existia uma programação. E aí variava: às vezes, a pessoa, o partido, ficava num hotel e o recurso ia para o hotel, ou tinha um lugar fixo em São Paulo, um flat, onde as pessoas dos partidos iam lá buscar. Aí era uma conveniência operacional, que aí eu não me metia nisso”, afirmou, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.
Ainda de acordo com o jornal, Alencar enumerou como seus interlocutores junto aos partidos Eurípedes Júnior, pelo Pros, “o senhor chamado Fábio Tokarski, que é de Goiás”, pelo PCdoB, e o atual ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira, pelo PRB.
Quando questionado o porquê de a empreiteira preferir contribuir com a campanha via caixa dois, o ex-executivo da Odebrecht respondeu que “eu acho que a pergunta não é para mim”. “Pergunta para ele (Edinho). Eu acredito pelas dificuldades de… talvez não querer aparecer os recursos nos partidos. Não sei. Aí é uma negociação dele com os partidos”.
Tanto Edinho quando Dilma negam terem recebido dinheiro por meio de caixa 2 para a campanha eleitoral de 2014. O PCdoB e o PRB também negaram a acusação.
Fonte: Veja

quinta-feira, 16 de março de 2017

DEPUTADO MAJOR ARAUJO ESTÁ OBRIGADO A RETIRAR TODO O TIPO DE ATAQUE, AGRESSÃO E XINGAMENTO AO GOVERNADOR MARCONI


PROCESSO: 5333571.57.2016.8.09.0051
POLO ATIVO: MARCONI FERREIRA PERILLO JUNIOR
POLO PASSIVO: JUNIO ALVES ARAUJO
DECISÃO:
Trata-se de ação proposta por MARCONI FERREIRA PERILLO JÚNIOR em face de JÚNIO ALVES ARAÚJO (MAJOR ARAÚJO), visando seja o(a) requerido(a) compelido(a) a abster-se de fazer postagens que ofendam subjetiva ou objetivamente a honra do requerente, retirando as mensagens ofensivas já publicadas, especialmente nas páginas do “Facebook” e do “Youtube”, além de condenação em indenização por danos morais, pelos fatos e fundamentos ali descritos. Juntou documentos.É o relatório. Decido. Apreciarei, no presente momento, apenas o pedido de tutela provisória de urgência antecipada formulado na peça de ingresso. De acordo com o art. 300 do CPC/15, para a concessão do pedido de tutela de urgência antecipada é necessária a coexistência dos seguintes requisitos: 1 – probabilidade do direito; 2 – perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo. No caso específico dos autos, inegável a presença de tais requisitos. Vejamos: Em síntese, pretende a parte autora seja o(a) requerido(a) compelido(a) a abster-se de fazer postagens que ofendam subjetiva ou objetivamente a sua honra, retirando as mensagens ofensivas já publicadas, especialmente nas páginas do “Facebook” e “Youtube”, bem como em seu blog pessoal. De fato, os documentos apresentados nos autos são contundentes em demonstrar a probabilidade do direito e, principalmente, o perigo de dano na demora na prestação jurisdicional definitiva, que pode causar prejuízo de difícil reparação, caso o conteúdo ofensivo descrito pelo(a) requerente, permaneça acessível nas redes sociais do(a) requerido(a) no Twitter e no Facebook na internet. Insta salientar, por oportuno, que os direitos à liberdade de expressão e à imunidade parlamentar, embora sejam resguardados pela Constituição Federal, não são absolutos, pois seu exercício encontra limite nos direitos da personalidade. Assim, como estão presentes os requisitos do art. 300 do CPC/2015, o bom senso recomenda que, enquanto não se resolve a lide, o(a) requerido(a) abstenha-se de fazer postagens que ofendam subjetiva ou objetivamente a honra do requerente, retirando as mensagens ofensivas já publicadas. Ante o exposto, defiro o pedido de tutela de urgência antecipada formulado na petição inicial, para: 1 – determinar que o(a) requerido(a) remova de sua rede social as postagens ofensivas à imagem do requerente, em especial nas páginas descritas no segundo parágrafo do item VI da exordial, no prazo de 10 dias, contados da intimação da presente decisão, sob pena de multa, que arbitro em R$ 10.000,00 (art. 536, § 1º, CPC/2015), por cada publicação não excluída; 2 – determinar que o(a) requerido(a) abstenha-se de incluir novas postagens ofensivas à imagem e nome do(a) requerente relativas aos fatos objeto da presente demanda, sob pena de multa, que arbitro em R$ 10.000,00 (art. 536, § 1º, CPC/2015), por cada nova publicação; 3 – caso as publicação não sejam excluídas no prazo indicado no item “1” (o que deverá ser comprovado documentalmente pela parte autora nos autos), determinar a expedição de ofício aos sítios “facebook” e “youtube” para que removam as referidas publicações, em 10 dias, mantida a multa indicada no item 1; 4 – esclarecer que os expedientes indicados no item 3 serão cumpridos pela parte autora. Cite(m)-se e intime(m)-se o(a) requerido(a) para comparecer à audiência de conciliação que será designada pela escrivania, a ser realizada no 1º Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, na sala 168, no térreo do Edifício do Fórum de Goiânia – Dr. Heitor Moraes Fleury, situado à rua 10, nº 150, Setor Oeste, ficando desde já ciente de que o prazo para apresentar defesa (15 dias) começará a fluir a partir da data da referida audiência (art. 335, I, do CPC/15). Intime-se a parte autora através de seu(a) advogado(a) constituído(a) nos autos (art. 334, § 3º, do CPC/15). Ficam as partes cientes de o comparecimento na audiência é obrigatório (pessoalmente ou por intermédio de representante, por meio de procuração específica, com outorga de poderes para negociar e transigir – art. 334, § 10 do CPC/15). A ausência injustificada é considerada ato atentatório à dignidade da justiça, sendo sancionada com multa de até dois por cento da vantagem econômica pretendida ou do valor da causa (art. 334, § 8º, do CPC/15). As partes devem estar acompanhadas de seus advogados ou defensores públicos (art. 334, § 9º, do CPC/15). I. Goiânia, 14 de março de 2.017. Sandro Cássio de Melo Fagundes Juiz de Direit
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sábado, 4 de março de 2017

SILAS MALAFAIA DIZ QUE A IMPRENSA BRASILEIRA ESTÁ LOTADA DE GAYS

O líder evangélico de sucesso internacional diz que os gays da imprensa brasileira o perseguem por defesa aos valores da família

O pastor evangélico pentecostal, Silas Malafaia, um dos mais influentes líderes religiosos do Brasil, está em plena guerra com grande parte da imprensa brasileira. Malafaia, que não foge de uma polêmica, principalmente quando está defendendo seus pontos de vistas com base na fé bíblica, entrou definitivamente na “linha de tiro” de alguns jornalistas e veículos de comunicação depois de atacar duramente a Disney por promover homossexualismo em alguns de seus desenhos animados.
O pastor Silas Malafaia ao iniciar a campanha contra a Disney, chamou para si a atenção de vários jornalistas brasileiros e estrangeiros favoráveis à causa gay. Por conta disso vieram as duras críticas, ataques pessoais, calúnias, difamações e toda espécie de tentativa de assassinato de reputação. É claro que Silas Malafaia não deixou barato. Ao mesmo tempo em sua editora de livros, a Central Gospel, colocou no mercado o livro denúncia do Rev. Louis Sheldon, A Estratégia – O Plano dos Homossexuais Para Transformar a Sociedade, Malafaia partiu pra cima dos seus caluniadores expondo algumas verdades que ferem de morte a causa gayzista no Brasil.
Silas Malafaia acusou grande parte da imprensa brasileira de ser gay e de estar defendendo causa própria quando se apõe à sua campanha contra a Disney e contra todos aqueles que integram a estratégia global de transformar a sociedade contra os valores tradicionais da família. Para Malafaia o plano do ativismo gay é destruir as famílias em todo o mundo. Silas deixa claro que os que estão contra a sua posição de boicotar a Disney são aqueles que são esquerdopatas, gays, imorais, devassos e anarquistas.
Confira algumas das postagens de Silas Malafaia no seu Twitter sobre a perseguição que sofre da imprensa!

JOSÉ ELITON DEFENDE MANUTENÇÃO DE INCENTIVOS FISCAIS EM BRASÍLIA

O governador em exercício, José Eliton, esteve em Brasília nesta sexta-feira, dia 3, onde teve audiência com a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o encontro, Eliton defendeu a permanência do programa de incentivos fiscais do Governo do Estado que está sendo questionado pelo Governo de São Paulo em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 2441), e que deverá ser julgada por ela no próximo dia 8 de março.
Acompanhado dos secretários da Fazenda, José Fernando Navarrete, da Casa Civil, João Furtado, e de representantes do setor produtivo, entre eles, José Alves Filho, da Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável (Adial Brasil), o governador em exercício afirmou que, caso a decisão da ministra pela suspensão do programa ocorra agora, “nesse momento de recessão, a retirada dos incentivos fiscais pode provocar desemprego e prejudicar drasticamente a economia do Estado”.
A força-tarefa entre o Governo de Goiás e representantes classistas do setor produtivo, além do governador em exercício, contou com as presenças dos deputados federais e de um estadual. O procurador-geral do Estado de Goiás, Alexandre Eduardo Felipe Tocantins, acompanhado da presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO), Ailma Maria de Oliveira, apresentaram à ministra a fundamentação jurídica pela permanência dos incentivos. “Essa é uma preocupação conjunta entre a CTB, Governo de Goiás e toda a sociedade, pois tememos pelo aumento do desemprego, caso haja a decisão da ministra pelo atendimento à Ação Direta de Inconstitucionalidade”, relata Ailma.
Alexandre Tocantins saiu otimista da audiência com a ministra e afirmou que existe um movimento de preocupação grande em todo o Estado.
Ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber.
Ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber.
“Estamos lutando para que ocorra o adiamento da matéria e, com isso, Goiás não saia prejudicado quanto à sua política de incentivos fiscais”, diz ao relatar, ainda, que o Programa Produzir está ligado diretamente a questões econômicas e não tributárias, como apontada na ação.
Setor Produtivo
Segundo o empresário José Alves Filho, este não é o momento para se votar a matéria. “Estamos contando com o empenho e o apoio do governo para buscar sensibilizar o Supremo Tribunal Federal a reconsiderar essa posição e não julgar de imediato a ação contra o Estado de Goiás, que poderá trazer grandes prejuízos para os programas Produzir e Fomentar”, afirma o representante classista.
Ainda de acordo com o presidente da Adial Brasil, que estava acompanhado do presidente da Associação em Goiás, César Helou, o país atravessa momentos de dificuldades na economia, com altos índices de desemprego. “Uma ação dessa natureza vai agravar a economia do estado, criando uma instabilidade a que não deveríamos ser submetidos”, observa o empresário.
Por isso, segundo ele, é importante que o governo de Goiás se empenhe em mostrar ao Supremo por que deixar essa matéria mais para adiante. “Mesmo porque o próprio presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, já informou à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, do compromisso dele em votar a matéria em abril, ou seja, no mês que vem”, relata.
Produzir
Produzir é o Programa do Governo do Estado de Goiás que incentiva a implantação, expansão ou revitalização de indústrias, estimulando a realização de investimentos, a renovação tecnológica e o aumento da competitividade estadual com ênfase na geração de emprego, renda e redução das desigualdades sociais e regionais.
Atua sob a forma de financiamento de parcela mensal de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) devido pelas empresas beneficiárias, tornando o custo da produção mais barato e seus produtos mais competitivos no mercado. Os prazos de fruição do benefício variam de acordo com a análise dos coeficientes de prioridade do projeto, calculados segundo critérios sociais e econômicos, especificados em regulamento.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

MARCONI PERILLO ANUNCIA NOVO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA

O governador Marconi Perillo anunciou, na noite desta quarta-feira, dia 22, que o professor Ricardo Balestreri é o novo secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Estado de Goiás.
“Trata-se de profissional altamente qualificado e respeitado em todo o País”, escreveu o governador em seus perfis nas redes sociais.
Balestreri foi secretário nacional de Segurança Pública e tem longa carreira dedicada à formação e qualificação dos profissionais da segurança. É reconhecido por defender de forma veemente a valorização dos policiais.
Confira o post do governador:
“O professor e historiador Ricardo Balestreri é o novo secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) do Estado de Goiás. Trata-se de profissional altamente qualificado e respeitado em todo o País. Balestreri é especialista na área, foi secretário nacional de Segurança Pública e modernizou a Força Nacional. Ele também criou a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp), que ao longo dos anos qualificou dezenas de milhares de policiais.
Ricardo Balestreri chega a Goiânia nesta quinta-feira e farei sua apresentação em coletiva de imprensa, na sexta-feira. A posse está marcada para 1º de março.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

LULINHA PODE SER PRESO A QUALQUER MOMENTO, DIZ JORNALISTA INVESTIGATIVO

O jornalista investigativo, Cluber Carlos, com quase três décadas de experiência, publicou em seu Blog de notícias, Blog do Cleuber Carlos, que a Polícia Federal deve prender a qualquer momento o filho do ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, o conhecido Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Segundo o jornalista a bronca seria a participação ilegal de Lulinha em atividades ligadas ao agro-negócio nos estados do Pará, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Ainda segundo o jornalista, Lulinha só não está preso em função do aneurisma e depois a morte de sua mãe, Dona Marisa Letícia.
Veja a matéria publicada no Blog do Cleuber Carlos!
A polícia Federal está concluindo um trabalho de investigação de longos meses sobre a participação do filho do ex-presidente Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) em várias atividades do agronegócios nos estados do Pará, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás.
As investigações levaram os agentes da polícia federal até uma das maiores empresas de proteína animal do Brasil, com confinamento de 125 mil cabeças de gado por ano em duas unidades de produção. Uma em Goiás e outra em Minas Gerais. As investigações já duram 8 meses e estão em fase final de conclusão. Desde que começou a ser investigada por suspeita de ter Lulinha como um dos financiadores de suas atividades como sócio oculto,  a gigante do ramo de confinamento de gado paralisou suas atividades em uma propriedade de Goiás.
A empresa investigada tem um fundo americano como sócio de suas atividades e em pouco anos se tornou a maior empresa no ramo de confinamento de gado do Brasil, superando inclusive a JBS(Friboi), mas sendo parceira da JBS na comercialização. 
O blog do Cleuber Carlos teve acesso à informações que o foco da investigação é o filho do ex-presidente Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha). Oficialmente ainda não se pode dizer que Lulinha tenha alguma participação na empresa, mas o curioso é que após as investigações, a empresa paralisou suas atividades em uma das fazendas investigadas, onde tinha  8 mil cabeças de gado. De lá para cá, o pasto cresceu, mas nenhuma cabeça de gado foi colocada nos últimos 6 meses. 
De acordo com o que foi apurado, as provas colhidas  nas investigações são robustas e suficientes para embasar um pedido da prisão do filho do ex-presidente Lula. O vazamento da informação da prisão do filho de Lula, teria sido um dos motivos  do aneurisma da mãe de Lulinha. Fato este que fez com que o mandato de prisão não fosse executado naquele momento. 

DELCÍDIO AMARAL CONFIRMA EM JUÍZO QUE CPI DO CACHOEIRA FOI ÓRDEM DE LULA PARA SACANEAR MARCONI PERILLO

O ex-senador confirma o que o Delegado Romeu Tuma Júnior já tinha mostrado no livro Assassinato de Reputações

O ex-senador Delcídio do Amaral disse hoje, em depoimento ao juiz da 7ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira sofreu um esvaziamento por orientação do governo da ex-presidente Dilma Rousseff. A comissão foi instalada em abril de 2012 para apurar o envolvimento do contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, com políticos e agentes públicos. Delcídio foi ouvido no processo da Operação Saqueador.
Segundo Delcídio, a CPMI foi criada para atingir o atual governador de Goiás e ex-senador, Marconi Perillo (PSDB) e o senador Demóstenes Torres, que pertencia à bancada do DEM-GO e foi cassado em 2012 após denúncias de que recebia recursos de Cachoeira. “Diz que chumbo trocado não dói e então o chumbo voltaria. Só que aí, quando perceberam, o chumbo não estava voltando. O chumbo ia bater em quem estava querendo se vingar e esvaziaram a CPI”.
Delcídio disse que, por questões políticas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva incentivou a criação da CPMI. O ex-senador disse que a comissão foi instalada no “sentido de justiçar”, o que tinha sido feito na CPMI dos Correios.
“Ele [Lula] foi um dos incentivadores dessa CPI, porque atingiria líderes de oposição fortes que estavam em Goiás, porque era uma visão territorial. Uma CPI restrita aos líderes do estado de Goiás, o que não aconteceu”, disse. “[Incentivou] no sentido de que se assinasse, para que se tivesse o número de assinaturas necessárias, que tinha que investigar e assim foi feito. Depois das consequências todas que vieram, o próprio governo agiu no sentido de tirar o pé”, completou.
Segundo Delcídio, a CPMI foi criada para atingir o atual governador de Goiás e ex-senador, Marconi Perillo (PSDB) e o senador Demóstenes Torres, que pertencia à bancada do DEM-GO e foi cassado em 2012 após denúncias de que recebia recursos de Cachoeira. “Diz que chumbo trocado não dói e então o chumbo voltaria. Só que aí, quando perceberam, o chumbo não estava voltando. O chumbo ia bater em quem estava querendo se vingar e esvaziaram a CPI”.
Reuniões de bancada
Ainda no depoimento, acompanhado pelos procuradores da República, Leonardo Freitas, coordenador da Operação Lava Jato no Rio; e Sérgio Pinel, Delcídio contou que não era membro da CPMI e que sua participação na comissão foi apenas de acompanhamento dos trabalhos como senador. Ele acrescentou, no entanto, que em reuniões de bancada da base de apoio ao governo o assunto era discutido com preocupação de novos envolvimentos.
“Falavam que, com as quebras de sigilo, outras empresas apareceram e aí poderiam aparecer contribuições de campanha ligando essas contribuições de campanha com várias obras em andamento. Aí acho que foi por este motivo que resolveram esvaziar e a CPI terminou, melancolicamente, sem resultado nenhum”, revelou, acrescentando, que tinha orientações de líderes da base do governo.
Com informações da Revista Veja