26/01/2015

Cientista ateu garante que viu anjo no espaço


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O cientista Mark Kelly da estação espacial na estratosfera garante que viu anjos no espaço enquanto trabalhava ao lado de fora na manutenção de um satélite da NASA.
“Foi nítido e claro, eles passaram perto de mim algo de 50 metros, na hora fiquei apavorado, pensei que estava tendo alucinações, eles estavam indo para a terra”.
Segundo ele divulgou no twitter que na época em que esteve lá em 05 de Junho de 2008, na missão STS-124, viu oito seres brancos que viajavam pelo espaço em direção a terra enquanto instalava câmeras de vídeo nas laterais do laboratório japonês Kibo.
Nasa cortou o twitter do cientista e o proibiu de divulgar informação dessa natureza nas redes sociais. Mas essa semana ele voltou comentar com alguns amigos que realmente viu anjos no espaço. O jornal The Guardian publicou uma matéria sobre essa história que não está ganhando amplitude, pois a NASA não apresentou a câmera que estava com Mark no dia do acontecimento.
Mark Kelly era um cientista ateu que não acreditava em nada sobrenatural, mas depois dessa experiência ele não é mais o mesmo. Vive pensativo o tempo todo depois que retornou a terra, atualmente frequenta aIgreja.
“Se Deus não existe não sei, mas que eu ví anjos, eu ví e se tem anjos deve ter Deus, sim” disse Mark Kelly.
A imprensa americana tem evitado divulgar essas informações, pois contraria os princípios da NASA sobre esse assunto. A câmera no capacete de uso do cientista foi retido pela NASA. Tudo indica que ela tenha registrado algo sobrenatural, mas isso mudaria a história da humanidade se viesse a tona. Segundo Albert Lan, um ex-funcionário da NASA, existe um fluxo de luzes brancas em forma de pessoas no vídeo da câmera que estava no capacete de Mark, mas que superiores insistiram em dizer que era reflexo no espaço.
Fonte: Jornal Britânico The Guardian

25/01/2015

“Roqueiro acha que pega mal curtir sertanejo”, diz Dinho


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Tocando pela nona vez no Festival de Verão de Salvador e sendo a única banda de rock a conquistar esse recorde, Capital Inicial abriu na última quinta-feira (22) a 17 edição do evento pedindo reconhecimento de novos grupos do gênero musical. O vocalista Dinho Ouro Preto disse aoTerra que o rock está “desunido, diferentemente do sertanejo”, e que isso é um “tiro no pé”.
Em tom de desabafo, Dinho falou que “os roqueiros tendem a ser mais sectários” e que “sentem vergonha de falar que curtem outros ritmos”. “Eles só ouvem rock e não querem saber dos outros estilos, acha que pega mal se associar ao sertanejo ou outros ritmos. O rock é sectário dentro do próprio rock. O cara que toca metal não gosta do cara do hard rock. Não têm esse espírito de cooperação que você dentro da música sertaneja. É surreal”, disse.
Dinho engrandeceu ainda a forma como os sertanejos defendem o gênero e conseguem se transformar durante os anos. Para o cantor, é necessário dar abertura a bandas de rock que ainda não são conhecidas no mercado da música.
“Os próprios sertanejos bombados puxam os mais novos e fazem a renovação. O que passa batido pelos roqueiros é o fato que você mede a saúde do gênero com sangue novo. Quer saber se o rock está bem? Não é levar o disco do Capital porque nós temos o nosso público. Já estamos estabelecidos”, afirmou ele, que acredita ainda que é difícil para um roqueiro assumir que outra banda faz sucesso.
O exemplo disso é o recorde batido pela banda Malta, atração do último dia do festival neste sábado (24), pelo disco mais vendido do Brasil nos meses de setembro e outubro de 2014. As infomações são ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Discos) e da Nielsen.
“Vemos que no “Super Star” quem ganhou foi uma banda de rock, a Malta. Entende que ainda tem público? Claro que é um pop rock, mas foi o disco brasileiro mais vendido e ninguém do rock enalteceu isso”, finalizou ele. Já os outro integrantes do Capital Inicial propõem que isso seja mudado a partir da união dos roqueiros em apresentações. “Podemos fazer como o Rappa, fechamos um show e convidamos outras bandas mais novas”, disse o baterista Fê Lemos. 

24/01/2015

Governo Marconi consegue derrubar os índices de criminalidade em Goiás


Marconi Segurança

Governo de Goiás, que tanto tem investido em Segurança Pública, conquistou quedas importantes nos índices de criminalidade em todo o estado. Houve queda expressiva nas taxas de furto de veículos e roubos a estabelecimentos comerciais, além de recuo na taxa de homicídios. O Governador Marconi Perillocontinua com sua política de priorizar ações fortes na área de segurança pública neste seu quarto mandato. “O Governo Marconi continua dando atenção especial à segurança pública e melhorará ainda mais os índices de criminalidade”, garante o Secretário de Segurança Pública Administração Penitenciária de Goiás,Joaquim Mesquita.
O ano de 2014 terminou com redução e estabilidade de importantes indicadores de criminalidade em Goiás. Balanço concluído neste sábado (24/1) pela Seção de Análise Criminal do Observatório de Segurança Pública – estrutura responsável pelas estatísticas da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária – revelam que houve queda nos registros de homicídio, furtos a veículos e roubos a estabelecimentos comerciais, tanto em números absolutos quanto em relação à taxa por 100 mil habitantes, metodologia utilizada internacionalmente pelos órgãos de segurança.
A queda na taxa por 100 mil habitantes foi de 1,67% nas ocorrências de homicídio em todo o Estado. Em 2013, a taxa foi de 38,81. Ano passado, ela ficou em 38,30. Foi o primeiro recuo dos últimos anos, após praticamente uma década de altas consecutivas.
Em relação ao furto de veículos, a retração foi maior: de 92 por 100 mil em 2013 para 87 por 100 mil em 2014. Isso significou, em números absolutos, uma diminuição superior a 3%. Vale ressaltar, ainda, que o índice de recuperação de veículos furtados ou roubados em Goiás é superior a 85%.
A maior diminuição ocorreu nos registros de roubo a estabelecimento comercial. Em Goiás, a taxa caiu 20% – o que representa uma queda de 16% em números absolutos. Já em Goiânia, a queda foi ainda maior: de 27,5% na taxa por 100 mil habitantes.
Produtividade
A redução de alguns indicadores de criminalidade em Goiás coincide com o aumento no efetivo das corporações (com ingressos de novos profissionais na Polícia Civil e Militar em 2014) e, consequentemente, um incremento também na produtividade das duas instituições.
A Polícia Civil, por exemplo, registrou um aumento de 31% em todos os procedimentos realizados. Os Autos de Prisão em Flagrante tiveram um salto de 16% em 2014 em relação a 2013. Já os Autos de Apreensões em Flagrante, que envolvem menores infratores, observaram um acréscimo de
32%.
Polícia Militar, por sua vez, aumento em 40% o número de operações em todo o estado. O número de apreensões de drogas pela corporação subiu 17% no mesmo período e o de prisões de foragidos, 12%.
Destaca-se a participação do Comando de Operações de Divisas (COD), criado pelo governo estadual para atual nas rodovias de acesso ao Estado com foco no combate ao tráfico de drogas, contrabando, descaminho e circulação de armas e veículos roubados ou furtados. Somente o COD apreendeu mais de 12 toneladas de entorpecentes em 2014, o que representa 266% a mais do que em 2013.
Desafios
Apesar da melhora em alguns indicadores de criminalidade, o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás, Joaquim Mesquita, ressalta que ainda há muitos desafios a serem enfrentados. Um dos principais, destaca, é o endurecimento da legislação penal para que os criminosos passem mais tempo presos.
Um caso exemplar ocorreu em Goiás essa semana. O traficante megatraficante Marcelo Gomes de Oliveira, de 35 anos, conhecido como Marcelo Zóio Verde, foi obteve um alvará de soltura mesmo sendo considerado um dos maiores traficantes do País. Marcelo Gomes havia sido preso pela Polícia Civil de Goiás após uma investigação que durou mais de dois anos. Poucas horas depois da soltura do criminoso, o Poder Judiciário expediu outro mandado de prisão contra ele, que agora está foragido.
O secretário Joaquim Mesquita aponta que esse não é um caso isolado. “Temos estudos na SSP que apontam que um criminoso preso pelas polícias em Goiás tem ficado, em média, apenas 45 dias preso. Isso tem como consequência uma alta reiteração, que atualmente é de aproximadamente 70%”, diz Mesquita.
Outro ponto citado pelo secretario é a distorção dos investimentos em Segurança Pública no Brasil. Ano passado, só Goiás investiu cerca de R$ 2 bilhões no setor.  “É preciso aumentar a participação do governo federal nos investimentos em Segurança”, defende. Atualmente, os estados arcam com aproximadamente 80% dos investimentos no setor.

23/01/2015

Jayme Rincón detona Iris Rezende: é o maior destruidor de programas sociais de Goiás


RINCÓN E IRIS

O tucano Jayme Rincón, favorito de nove em cada dez tucanos para ser escolhido o candidato do PSDB à prefeitura de Goiânia em 2016, tem de modo inteligente se inserido no contexto da disputa na capital. Rincón, um gestor de extrema competência, tem apontado as muitas falhas das duas últimas administrações de Goiânia, responsáveis pela assustadora queda da qualidade de vida em nossa capital. 
Jayme Rincón chama a atenção da sociedade goianiense para os muitos desmandos de Iris Rezende (PDMB) e Paulo Garcia, principalmente na prestação de serviços nas áreas da saúde e da educação onde caos tem reinado. Iris e Paulo Garcia estão sendo cobrados também pela inércia total na área social. Rincón faz questão de lembrar e colocar na conta de Iris Rezende a destruição de programas sociais que sempre foram destaques na capital, como por exemplo o Cidadão 2000. 
Em entrevista ao jornal on-line, A Redação, Jayme Rincón atingiu na veia as administrações de Iris Rezende e de Paulo Garcia ao demonstrar que além da incompetência já comprovada de Paulo Garcia, há ainda a questão da herança maldita de Iris Rezende ao prefeito petista.
Confira a entrevista de Jayme Rincón ao jornal A Redação!
Mesmo sem se colocar como pré-candidato à Prefeitura de Goiânia, o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, voltou a manifestar sua insatisfação com a atual administração municipal. Possível candidato da base do governador Marconi Perillo para disputar a prefeitura em 2016, Jayme lamenta “por Goiânia ter se afundado”.
Em entrevista ao jornal A Redação na tarde de quarta-feira (21/1), o presidente da Agetop deu indícios de que está mesmo disposto a entrar na disputa pela administração estadual, mesmo sem assumir de forma direta. “Eu nunca tive pretensões políticas, mas, por acreditar que Goiânia tem jeito e só está mal administrada, eu ficaria muito honrado se eu pudesse ocupar esse posto.”
Questionado sobre uma possível disputa entre ele e o ex-prefeito Iris Rezende (PMDB), Jayme Rincón garante que não teria medo do desafio. “Pelo contrário. Tenho certeza que o PSDB terá um candidato forte”. E completa: “Sei que meu nome circula como possível candidato, mas temos também o Fábio Sousa, João Campos e também o delegado Waldir, eleito com uma quantidade expressiva de votos, que também podem fazer a diferença.”
“Sei que meu nome circula como possível candidato, mas temos também o Fábio Sousa, João Campos e o delegado Waldir”
 Jayme ainda afirma que não acredita na possibilidade de Iris não disputar a prefeitura de Goiânia novamente. “Em 2010 ele disse que não seria candidato ao governo de Goiás em 2014, e foi. No ano passado, ele disse que seria a sua última disputa eleitoral, mas também não acredito nisso. Se ele tiver condições físicas para sair candidato, sairá.”
 Prefeitura
Ainda criticando as gestões de Iris Rezende, Rincón voltou a afirmar que os constantes problemas enfrentados pela capital nos últimos anos “não são culpa apenas do prefeito Paulo Garcia”.
“Ele recebeu uma péssima herança do Iris. A última boa gestão que Goiânia teve foi a gestão de Nion Albernaz. Está na hora do PSDB retomar a administração da capital”. “O Iris teve a coragem de acabar com ótimas iniciativas do Nion, como o Trabalhando com as Mãos e o Cidadão 2000, se tornando o maior destruidor de programas sociais da história de Goiás. Nas gestões do PSDB, as obras físicas são de qualidade, mas não deixamos de trabalhar focados no social. Bolsa Universitária e o Bolsa Futuro são dois programas que provam o que eu estou dizendo.”
 “Iris aprovou um Plano Diretor equivocado, e as atrapalhadas só aumentaram com o Paulo. Tudo isso seria revisto”
“Tudo isso deveria ser implantado em Goiânia. No lugar do prefeito, eu tomaria decisões para que tivéssemos mudanças imediatas na coleta de lixo e no transporte coletivo, por exemplo. A Comurg sempre foi uma companhia eficiente, mas foi destruída nas gestões de Iris e de Paulo Garcia. E não para por aí. O Iris aprovou um Plano Diretor equivocado, e as atrapalhadas só aumentaram com o Paulo. Tudo isso seria revisto”, garante.
Por telefone, o jornal A Redação entrou em contato com o ex-prefeito Iris Rezende, que preferiu não comentar as declarações de Jayme Rincón. “Vou me inteirar do assunto”, disse, prometendo se manifestar em uma segunda oportunidade.
 Agetop
Jayme voltou a defender que o Estado tem trabalhado mais por Goiânia do que a própria prefeitura, citando as obras em andamento na cidade. Sem especificar datas para inaugurações, o presidente da Agetop citou os trabalhos realizados no Hospital de Urgências da Região Noroeste (Hugo 2), Centro de Excelência do Esporte, além das duplicações das rodovias nas saídas da capital. “Resta apenas a saída para Bonfinópolis para ser duplicada, mas que também faremos ainda neste ano.”
 Sobre os cortes de gastos determinados pelo governador Marconi Perillo, Jayme disse que algumas medidas já foram tomadas na Agetop. “Em termos de estrutura, já realizamos o enxugamento. Nós extinguimos a vice-presidência, uma diretoria e 16 gerências”, afirmou. “Mas garanto que a qualidade das obras e serviços não sofrerão alterações. Tudo continuará sendo feito com a excelência realizada nas últimas obras. Essa é uma marca do governo Marconi. Fazemos obras para durar”, complementou.
 “Para cada assunto do governo federal, foi criado um ministério em Brasília. Chegamos ao absurdo de 39. O governador Marconi está indo no sentido contrário”
 Ao comentar o corte de secretarias no Estado – são 10 atualmente -, Jayme defende que foi mais uma decisão acertada do governador. “Para cada assunto de governo, foi criado um ministério em Brasília. Chegamos ao absurdo de 39. O fato de ter um ministério para cada coisa não vai dizer que aquele assunto tem importância dentro do programa de governo”, destacou.
“O governador Marconi está indo no sentido contrário. Hoje, quando você pega uma fotografia do ministério do ex-presidente Fernando Henrique e da presidente Dilma, é possível ver a aberração que se tornou de lá para cá. O governador está enxugando a máquina. Quando você coloca os assuntos e as demandas da sociedade numa estrutura mais enxuta, você terá mais agilidade para atender as demandas”, conclui.

22/01/2015

Alcides e Braga são acionados pelo MP por desgoverno na educação


Alcides e Braga

O ex-governador do Estado, Alcides Rodrigues, e o ex-secretário da Fazenda Jorcelino Braga, estão sendo acionados pelo Ministério Público de Goiás por deixarem de aplicar o porcentual mínimo de 25% na educação no ano de 2008. Conforme aponta a promotora de Justiça Villis Marra Gomes, o não cumprimento desta obrigação afronta o artigo 212 da Constituição Federal e o artigo 24 da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Segundo esclareceu a promotora na ação, apurou-se, por meio de inquérito civil público, que o governo comandado por Alcides e Braga deixou uma diferença entre os valores disponibilizados e as receitas efetivas destinadas ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) no valor de R$ 26.425.292,28. O detalhamento da irregularidade foi apontado em ofício do Ministério da Educação, que encaminhou cópia da Portaria nº 386/2009, que apresentava a distribuição dos recursos do Fundeb em 2008.
Para a obtenção desses dados, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) tomou por base os valores dos impostos e das transferências vinculadas ao Fundeb, que foram efetivamente observados e disponibilizados ao Banco do Brasil pelo Estado de Goiás no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2008. Apurada a diferença, o Ministério da Educação recomendou ao ex-secretário da Fazenda a disponibilização da diferença perante o Fundeb “no menor prazo possível, com vistas a possibilitar a sua distribuição aos entes beneficiários, com base nos coeficientes adotados no exercício de 2008”.
No âmbito do Ministério Público, foram solicitadas informações à Sefaz, que reconheceu a diferença devida ao Fundeb, mas argumentou ser de R$ 2.994.756,05 o valor pago a menos e acrescentou que teria sido solicitado à autarquia federal revisão do valor do acerto das contas para o exercício financeiro de 2008. Também levada ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para análise e julgamento, a diferença entre os valores de repasse ainda não foi julgada. Entretanto, a Divisão de Contas daquela corte apurou que o valor seria de R$ 3.057.713,35.
Além disso, foi observado que até o mês de agosto de 2012 não havia sido feito qualquer pagamento pelo Estado ao fundo, em relação à diferença no exercício de 2008. A Sefaz, entretanto, afirmou que não havia nenhuma pendência financeira com o Fundeb, sob o argumento de que o débito anterior havia sido compensado pelo repasse a mais no ano de 2009. “É inegável a ineficiência dos acionados, que sequer cumpriram com a missão que minimamente lhes era exigida, que seria de cumprir a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou a promotora.
Os pedidos
Na ação, é requerida a condenação de Alcides Rodrigues e Jorcelino Braga nas sanções do artigo 12, inciso III da Lei de Improbidade Administrativa, que prevê ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público. (Texto: Cristina Rosa / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

21/01/2015

Deputado José Nelto ganha título de vereador aliado: “doutor em malandragem”


José Nelto

O clima está pra lá de quente nos bastidores da política goiana. O vereador de Goiânia, Felisberto Tavares (PT), e o deputado estadual José Nelto (PMDB), portanto, em tese, dois aliados políticos aqui na capital, estão indo quase às vias de fato.
Primeiro foi José Nelto atacando o vereador petista e chamando-o de “vendido” ao governo, relembrando o episódio em que Felisberto votou contra o prefeito Paulo Garcia na Câmara Municipal de Goiânia no projeto do IPTU. Depois foi a resposta de Felisberto a José Nelto chamando-o de “doutor em malandragem”.
Felisberto diz não entender o que significa “se vender”. “Esse termos… Não sei… Se isso é prática dele, então ele tem que explicar, porque eu não sei”, e completou: “Não consigo discutir malandragem com quem é doutor em malandragem.” Tudo isso devidamente documentado pelo Jornal Opção.
A rusga público dos dois políticos tem sido acirrada em função da discussão em torno da aliança entre PT e PMDB de Goiânia. Há peemedebistas que defendem um rompimento imediato com o Paço municipal, mas ninguém falou até agora em entregar os cargos, que como o vereador Felisberto Tavares destaca, os principais estão nas mãos do PMDB em Goiânia.  Vejamos qual será o próximo episódio envolvendo os dois “aliados” políticos.
Confira o destaque do Jornal Opção!
Doutor em malandragem

20/01/2015

SSP-GO contesta ONG mexicana por estudo furado que aponta Goiânia entre as 50 cidades mais violentas do mundo


Goiânia

Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás está refutando com toda a veemência possível um estudo de uma ONG mexicana que insiste no erro em dizer que Goiânia está entre as 50 cidades mais violentas do mundo. A SSP-GO não aceita os erros grotescos da dita ONG, bem como mostra detalhadamente como tal estudo está completamente furado.
Confira as explicações da Secretaria de Segurança Pública de Goiás que desmontam os números da ONG mexicana!
Em relação ao estudo “As cidades mais violentas do mundo”, elaborado pela ONG mexicana Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública y Justicia Penal, a Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás faz as seguintes considerações:
Assim como já havia sido alertado pela Secretaria da Segurança Pública em 2014, tal estudo fundamenta-se em metodologia totalmente equivocada e que não se presta para um trabalho consistente e de credibilidade.
Entre as inconsistências metodológicas destacam-se as seguintes (conforme será explicitado logo abaixo): utilização de classificações de causa de mortes distintas, comparação entre anos diferentes, utilização de fontes extraoficiais não confiáveis, utilização de dados parciais em alguns casos, entre outras. Exemplos:
a)    Aracaju (39ª do ranking): cita como fonte o site SE Notícias, com dados que cobrem apenas o período de janeiro a setembro de 2014, e faz uma projeção para o resto do ano, incluindo, ainda, um suposto aumento de 26º no total que seriam os homicídios cometidos em toda a Região Metropolitana de Aracaju. Dessa forma, chega à taxa de 34 homicídios por 100 mil habitantes.
b)    Campina Grande (30º do ranking): a fonte é uma pequena nota no blog de um jornalista chamado Renato Diniz, que informa uma taxa de 37.97 homicídios por 100 mil habitantes. A ONG mexicana não traz qualquer outra informação sobre o município.
c)    Curitiba (44º do ranking): a fonte é a Secretaria da Segurança Pública, porém, com dados que cobrem o período até setembro de 2014 e, assim, projeta uma taxa de 31.48 homicídios no ano.
d)    Belém (18º do ranking): A ONG explica que a Secretaria da Segurança Pública dispõe apenas de dados relativos a 2013, mas se vale de uma notícia publicada no site da PM paraense com dados de outubro de 2014 para estimar a taxa total do ano, que teria ficado em 53,6 homicídios por 100 mil habitantes.
e)    Macapá (46º do ranking): De acordo com a ONG, não há fontes oficiais e, por isso, o estudo partiu de uma notícia publicada na internet pelo Diário do Amapá. Tal notícia informa que ocorreram 92 mortes por arma de fogo na capital amapaense em 2014. A ONG se vale, então, de uma projeção feita pelo portal UOL, com estimativa de que 70% dos homicídios ocorridos no Brasil são cometidos com uso de arma de fogo. Dessa forma, chega à taxa de 28,17 homicídios por 100 mil habitantes.
f)     Goiânia (23º do ranking): Utiliza dados oficiais da Secretaria da Segurança Pública até o mês de novembro e faz projeções para o restante do ano, chegado à taxa de 44 homicídios por 100 mil habitantes.
g)    Palmira, Colômbia (32º do ranking): A ONG diz que entrou em contato com autoridades locais, mas não obteve números. Portanto, partiu de projeções de dados relativos ao primeiro semestre de 2014 para projetar os dados do ano inteiro, chegando a uma taxa de 37,66 homicídios por 100 mil habitantes.
A própria ONG admite que o estudo não “está isento de erros” e que somente um levantamento de um período histórico maior, “entre 10 e 20 anos”, seria capaz de oferecer um panorama “exato”. A ONG também admite que há cidades nas quais há “impossibilidade de obtenção de dados”.
Mostra-se também deturpado o conceito de “50 cidades mais violentas do mundo” quando o próprio estudo aponta que foram avaliadas apenas as cidades com mais de 300 mil habitantes cujas informações são encontradas na internet – salienta-se, mais uma vez, que muitas vezes essas informações não são de fontes confiáveis.O último Mapa da Violência exclui Goiânia das 150 mais violentas do Brasil, ficando óbvio, portanto, a impossibilidade de a capital goiana figurar em um ranking das 50 mais violentas do mundo.
Ademais, fora a questão da credibilidade e fidedignidade de números de homicídios no Brasil, já exaustivamente discutidos e explicados, a Secretaria da Segurança Pública de Goiás tem pautado sua política de segurança pública para a redução de homicídios em programa definido e devidamente instrumentalizado, denominado “Goiás Cidadão Seguro”, que estabelece uma série de ações voltadas a diminuição constante e gradual dos indicadores criminais em nosso Estado.
Este trabalho técnico, focado em metodologia própria e sistematizada, já tem apresentado resultados. No ano de 2014 o Estado de Goiás apresentou, depois de vários anos, diminuição no número de homicídios em relação ao ano anterior. Outras regiões do estado também apresentaram redução, merecendo destaque o entorno de Brasília, Anápolis, Rio Verde, Trindade e Senador Canedo, todas com diminuição de homicídios em percentual acima de 10% em comparação com o ano de 2013.
Goiânia também apresentou números importantes. Nos últimos quatro anos consegui-se frear a forte tendência de crescimento no número de homicídios e caminhou-se para a estabilização deste indicador, com positivas perspectivas de recuo dos números ainda no ano de 2015.
Desta forma, tendo o Governo de Goiás optado por conduzir suas ações em Segurança Pública como Política de Estado, perene e continuada, alicerçada em uma gestão técnica e altamente especializada, tem-se a certeza de que resultados ainda melhores estão por vir, trazendo, dia após dia, mais paz e tranquilidade aos cidadãos goianos.