quarta-feira, 9 de julho de 2014

Dilma Rousseff volta a ser xingada pela torcida brasileira



Dilma é tóis

Dilma vai do céu ao inferno por causa da eliminação do Brasil na Copa do Mundo

A presidente Dilma Rousseff já está sentindo na pele a desclassificação do Brasil na Copa do Mundo de 2014. Desde o primeiro tempo do jogo que é a maior vergonha da história da Seleção Brasileira, os 7 x 1 da Alemanha sobre a gente, a presidente voltou a ser homenageada pela torcida brasileira no estádio Mineirão. De novo o coro “Ei Dilma, vai tomar no c…” foi ouvido de forma acentuada nas dependências do Mineirão. Para quem surfava no sucesso da Seleção Brasileira, a eliminação da nossa seleção no dia de hoje levou Dilma Rousseff do céu ao inferno. A Folha de São Paulo destacou em matéria logo após o jogo, as homenagens que torcedor brasileiro à nossa presidente. Confira!
A presidente Dilma Rousseff voltou a ser xingada durante a partida da seleção brasileira nesta terça-feira (8). O Brasil enfrentou a Alemanha pela semifinal da Copa, e perdeu de 7 a 1. Logo após a Alemanha fazer seu quinto gol, aos 29 minutos do primeiro tempo, parte da torcida no estádio do Mineirão gritou “Ei, Dilma, vai tomar no c…”. O canto durou cerca de 30 segundos e não foi gritado por todo o estádio.
Antes de o Brasil tomar o sexto gol, já no segundo tempo, os xingamentos à presidente voltaram a ser gritados. Desta vez com mais força no estádio. A presidente havia sido xingada pela primeira vez nesta Copa na abertura do torneio, em 12 de junho, durante o duelo entre Brasil e Croácia, no estádio do Itaquerão, em São Paulo.
Na ocasião, Dilma disse que não se perturbaria por agressões verbais. “Eu não vou me deixar atemorizar por xingamentos que não podem ser sequer escutados pelas crianças e pelas famílias”, afirmou. Nos outros quatro jogos da seleção brasileira, não houve menções a Dilma Rousseff.
Dilma havia afirmado na segunda (7), em uma nova rodada de entrevista via rede social, que irá entregar a taça da Copa do Mundo, no próximo domingo (13), e disse que vaias de xingamentos são “ossos do ofício”.